Que todos os nossos gestos sejam sementes de eternidade. E que todas as nossas atitudes e nossas palavras se voltem para o céu! “Vós deveis nascer do alto. O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito” (João 3, 7b).
Nascer do alto não é nascer da carne, não é nascer da condição humana, não é voltar para o ventre da mãe. Nascer do alto é nascer da graça do Espírito Santo e da unção de Deus, é nos deixarmos ser embalados e conduzidos por esse Espírito maravilhoso a quem nós recebemos em nosso batismo. Ele deseja, de forma poderosa, nos ungir e infundir dentro de nós a mentalidade do Reino de Deus.
Sabem, meus irmãos, muitas vezes, nossa mentalidade está muito terrena, mundana, muito voltada para as coisas deste mundo. E ainda que sejamos pessoas de Igreja e que rezemos, em tudo que vamos fazer os nossos cálculos são humanos. Nós não temos a mentalidade do alto, a mentalidade da confiança, da entrega e da certeza em Deus; não temos a mentalidade da condução, da unção e do nos deixar ser guiados por Deus.
Ninguém pode deixar de ter a prudência humana, nem deixar de ter os cuidados necessários para proceder; no entanto, nós não podemos de forma nenhuma perder a visão sobrenatural da vida.
O Espírito Santo de Deus, em nós, nos sacode por dentro e por fora e vence essa mentalidade mundana, secular e muito óbvia existente em nós. Ele nos ensina a pensar como Deus e a termos a nossa mente e o nosso coração voltados para o alto.
Nós, muitas vezes, estamos terrenos demais, porque nos preocupamos em viver somente esta vida. E tudo o que fazemos, juntamos, acumulamos, trabalhamos e realizamos parece ser em vista somente deste mundo.
Que todos os nossos gestos sejam sementes de eternidade. E que todas as nossas atitudes e nossas palavras se voltem para o céu! E que o Reino de Deus seja restaurado entre nós e vivido no meio de nós. Para isso é preciso uma mentalidade evangélica, isto é, uma mentalidade fundada no Evangelho de Jesus Cristo.
Que Deus nos dê essa graça para que, a cada dia, possamos nascer de novo, nascer do alto, nascer de Cristo, nascer para Cristo!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
terça-feira, 14 de abril de 2015
CNBB inicia Assembleia Geral nesta quarta e elege nova presidência
Começa nesta quarta-feira, 15/4, a 53º Assembleia Geral dos Bispos do Brasil; este ano o evento elegerá a nova presidência da CNBB.
A partir desta quarta-feira, 15, até o próximo dia 24, será realizada em Aparecida (SP) a 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O evento aborda assuntos pastorais e questões que envolvem a vida das pessoas e da sociedade brasileira, na perspectiva da evangelização.
A Assembleia reúne todos os membros da Conferência, ou seja, todos os bispos que estão na ativa, tanto titular como auxiliares. Podem ser convidados os bispos eméritos e bispos não-membros da entidade, de qualquer rito, mas em comunhão com a Santa Sé com residência no Brasil.
A primeira Assembleia Geral foi realizada de 17 a 20 de agosto de 1953, em Belém (PA). O encontro teve a presença de vinte arcebispos do Brasil e ocorreu simultaneamente ao VI Congresso Eucarístico Nacional. A partir de 1967, a Assembleia passou a ser realizada anualmente.
A eleição da presidência da CNBB acontece a cada quatro anos. A última foi em 2011, de forma que esta Assembleia de 2015 será eletiva.
Em separadas votações, são escolhidos o presidente, o vice-presidente, o secretário-geral da Conferência e também os presidentes das Comissões Episcopais de Pastorais. A posse dos novos eleitos acontece antes do término do evento.
Em entrevista para o CN Notícias, o atual presidente da CNBB, Cardeal Raymundo Damasceno – que esteve no cargo de 2004 a 2008 e agora de 2011 a 2015 -, disse que, além da eleição, a 53º edição da Assembleia Geral dos Bispos do Brasil também será importante porque atualizará as diretrizes para os próximos quatro anos.
“Além da eleição, ela (Assembleia) também é importante porque nós vamos atualizar as atuais diretrizes para os próximos quatro anos. São as diretrizes que orientam o trabalho do secretariado-geral da CNBB, sua programação e também vai inspirar os planos de pastoral das dioceses ou das paróquias.”
Dom Damasceno, que é arcebispo de Aparecida (SP) afirma que, devido às eleições, esta Assembleia terá apenas um tema central: as diretrizes.
“É apenas uma atualização das atuais diretrizes porque continuam válidas, mas precisam ser atualizadas à luz do magistério do Papa Francisco, sobretudo da exortação apostólica Evangelium Gaudium e dos seus dois discursos, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, um discurso aos bispos e outro ao CELAM.”
O presidente da CNBB disse ainda que neste ano haverá o segundo momento do Projeto Pensando Brasil, que foi inaugurado na Assembleia passada e que envolve assuntos relacionados à reforma política.
“Vamos agora apresentar um segundo momento desse Pensando Brasil. É um projeto que vai, a cada Assembleia, sendo aprofundado e acrescentado outros temas. Nessa Assembleia, vamos falar das desigualdades sociais do Brasil”.
Dom Damasceno considera sua missão como presidente cumprida e torce para que a nova presidência seja capaz de dar continuidade no que está sendo feito há tanto tempo.
“Faço votos que nós na Assembleia encontremos uma nova presidência capaz de prosseguir nos trabalhos da conferência, dando continuidade no que está sendo feito há tantos anos, sempre promovendo a comunhão entre os bispos e a comunhão com o Santo Padre.”
O cardeal conclui agradecendo a Deus, a todos os bispos e aos demais membros da presidência por esse último mandato de quatro anos.
“Só tenho que agradecer a Deus por esse mandato de quatro anos, os bispos, os demais membros da presidência, os bispos da comissão episcopais pastorais, enfim, todo episcopado e também assessores da CNBB, porque depende não só de um, mas de todos, o êxito do trabalho que fazemos.”
Monique Coutinho, da Redação Canção Nova.
A partir desta quarta-feira, 15, até o próximo dia 24, será realizada em Aparecida (SP) a 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O evento aborda assuntos pastorais e questões que envolvem a vida das pessoas e da sociedade brasileira, na perspectiva da evangelização.
A Assembleia reúne todos os membros da Conferência, ou seja, todos os bispos que estão na ativa, tanto titular como auxiliares. Podem ser convidados os bispos eméritos e bispos não-membros da entidade, de qualquer rito, mas em comunhão com a Santa Sé com residência no Brasil.
A primeira Assembleia Geral foi realizada de 17 a 20 de agosto de 1953, em Belém (PA). O encontro teve a presença de vinte arcebispos do Brasil e ocorreu simultaneamente ao VI Congresso Eucarístico Nacional. A partir de 1967, a Assembleia passou a ser realizada anualmente.
A eleição da presidência da CNBB acontece a cada quatro anos. A última foi em 2011, de forma que esta Assembleia de 2015 será eletiva.
Em separadas votações, são escolhidos o presidente, o vice-presidente, o secretário-geral da Conferência e também os presidentes das Comissões Episcopais de Pastorais. A posse dos novos eleitos acontece antes do término do evento.
Em entrevista para o CN Notícias, o atual presidente da CNBB, Cardeal Raymundo Damasceno – que esteve no cargo de 2004 a 2008 e agora de 2011 a 2015 -, disse que, além da eleição, a 53º edição da Assembleia Geral dos Bispos do Brasil também será importante porque atualizará as diretrizes para os próximos quatro anos.
“Além da eleição, ela (Assembleia) também é importante porque nós vamos atualizar as atuais diretrizes para os próximos quatro anos. São as diretrizes que orientam o trabalho do secretariado-geral da CNBB, sua programação e também vai inspirar os planos de pastoral das dioceses ou das paróquias.”
Dom Damasceno, que é arcebispo de Aparecida (SP) afirma que, devido às eleições, esta Assembleia terá apenas um tema central: as diretrizes.
“É apenas uma atualização das atuais diretrizes porque continuam válidas, mas precisam ser atualizadas à luz do magistério do Papa Francisco, sobretudo da exortação apostólica Evangelium Gaudium e dos seus dois discursos, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, um discurso aos bispos e outro ao CELAM.”
O presidente da CNBB disse ainda que neste ano haverá o segundo momento do Projeto Pensando Brasil, que foi inaugurado na Assembleia passada e que envolve assuntos relacionados à reforma política.
“Vamos agora apresentar um segundo momento desse Pensando Brasil. É um projeto que vai, a cada Assembleia, sendo aprofundado e acrescentado outros temas. Nessa Assembleia, vamos falar das desigualdades sociais do Brasil”.
Dom Damasceno considera sua missão como presidente cumprida e torce para que a nova presidência seja capaz de dar continuidade no que está sendo feito há tanto tempo.
“Faço votos que nós na Assembleia encontremos uma nova presidência capaz de prosseguir nos trabalhos da conferência, dando continuidade no que está sendo feito há tantos anos, sempre promovendo a comunhão entre os bispos e a comunhão com o Santo Padre.”
O cardeal conclui agradecendo a Deus, a todos os bispos e aos demais membros da presidência por esse último mandato de quatro anos.
“Só tenho que agradecer a Deus por esse mandato de quatro anos, os bispos, os demais membros da presidência, os bispos da comissão episcopais pastorais, enfim, todo episcopado e também assessores da CNBB, porque depende não só de um, mas de todos, o êxito do trabalho que fazemos.”
Monique Coutinho, da Redação Canção Nova.
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Frei Raimundo celebra Primeira Eucaristia de 20 pequenos na Matriz
Na manhã deste Segundo Domingo do Tempo da Páscoa (12/04/2015), um grupo de 20 crianças e adolescentes recebeu pela primeira vez o sacramento da Eucaristia numa bela celebração presidida pelo vigário-paroquial Frei Raimundo Nonato Moreira na Igreja Matriz da Paróquia São Francisco de Assis, com assistência do Diácono Marinaldo Oliveira. A animação musical ficou por conta do grupo de jovens da Escola Cantorum, da Igreja do Carmo, com as meninas usando véus. A missa matutina teve um público de aproximadamente 460 pessoas.
Depois da procissão de entrada com os catequisandos, os acólitos e a equipe de celebração, a Primeira Leitura, extraída do capítulo 4 do Livro dos Atos dos Apóstolos, destacou que "a multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém considerava como próprias as coisas que possuía, mas tudo entre eles era posto em comum." Em seguida, foi cantado o Salmo 117 com o refrão "Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; eterna é a sua misericórdia!" A Segunda Leitura, tirada do capítulo 5 da Primeira Carta de São João, proclamou que "todo o que nasceu de Deus vence o mundo. E esta é a vitória que venceu o mundo: a nossa fé." O Evangelho do dia (João 20,19-31) narrou a primeira aparição de Jesus ressuscitado ao grupo dos apóstolos e a descrença de Tomé.
Em sua encorajadora homilia, Frei Raimundo ressaltou que o maior patrimônio que recebemos do Cristo ressuscitado é a paz originada da certeza da vitória sobre toda e qualquer realidade de morte, Ele deseja primeiramente "A paz esteja convosco". Como discípulos de Jesus, devemos ser portadores dessa paz, temos que transmiti-la a todos que encontramos, essa é nossa missão. O padre lembrou também que essa paz é obtida pela fé, e não por uma prova observável como queria São Tomé, não podemos exigir evidências científicas para tudo. E mesmo diante da belíssima declaração de Tomé depois de tocar nas chagas de Cristo e acreditar "Meu Senhor e meu Deus!", uma expressão que devemos dizer constantemente em nossas vidas, Jesus enfatiza que a fé vai além dos sentidos: "Bem-aventurados os que creram sem terem visto!" Frei Raimundo exortou as crianças e jovens (juntamente com os familiares) a manterem o sacramento vivo permanecendo firmes na Igreja e em suas comunidades, alimentando-se sempre da Palavra e da Eucaristia.
Depois foram renovadas pelos catequisandos as promessas do Batismo, com as velas deles sendo acesas pelas velas dos dois jovens que foram alimentadas pela chama do Círio Pascal no altar. O ápice da celebração foi a subida de cada um dos 19 ao altar para receberem a Primeira Comunhão, só um adolescente não pôde fazê-lo porque estava operado, e Frei Raimundo desceu até ele para levar o Corpo e Sangue de Cristo, enquanto o restante da assembleia recebia a Eucaristia embaixo. O altar estava decorado com uma bela toalha de mesa com os dizeres "Jesus é o pão da vida".
Damos parabéns aos jovens catequistas Paulo Coimbra e Talita Fagundes pela formação dessa turma dos sábados à tarde após um ano de dedicada preparação. No final da missa, todos os novos participantes do Banquete do Cristo Eucarístico se reuniram para a foto oficial no altar com Frei Raimundo, e alguns fizeram confraternização com os familiares e amigos com lanche e bolo. A Pastoral Familiar celebrou a Primeira Eucaristia do seu jovem leitor Kauã Galeno, agora mais bem alimentado de Cristo para colaborar nas Missas das Famílias no terceiro sábado de cada mês e muitas outras celebrações.
Parabéns à Pastoral da Catequese e a todos os 20 catequisandos que receberam o sacramento neste domingo, perseverem na fé e nesta graça recebida junto com seus pais e familiares.
Depois da procissão de entrada com os catequisandos, os acólitos e a equipe de celebração, a Primeira Leitura, extraída do capítulo 4 do Livro dos Atos dos Apóstolos, destacou que "a multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém considerava como próprias as coisas que possuía, mas tudo entre eles era posto em comum." Em seguida, foi cantado o Salmo 117 com o refrão "Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; eterna é a sua misericórdia!" A Segunda Leitura, tirada do capítulo 5 da Primeira Carta de São João, proclamou que "todo o que nasceu de Deus vence o mundo. E esta é a vitória que venceu o mundo: a nossa fé." O Evangelho do dia (João 20,19-31) narrou a primeira aparição de Jesus ressuscitado ao grupo dos apóstolos e a descrença de Tomé.
Em sua encorajadora homilia, Frei Raimundo ressaltou que o maior patrimônio que recebemos do Cristo ressuscitado é a paz originada da certeza da vitória sobre toda e qualquer realidade de morte, Ele deseja primeiramente "A paz esteja convosco". Como discípulos de Jesus, devemos ser portadores dessa paz, temos que transmiti-la a todos que encontramos, essa é nossa missão. O padre lembrou também que essa paz é obtida pela fé, e não por uma prova observável como queria São Tomé, não podemos exigir evidências científicas para tudo. E mesmo diante da belíssima declaração de Tomé depois de tocar nas chagas de Cristo e acreditar "Meu Senhor e meu Deus!", uma expressão que devemos dizer constantemente em nossas vidas, Jesus enfatiza que a fé vai além dos sentidos: "Bem-aventurados os que creram sem terem visto!" Frei Raimundo exortou as crianças e jovens (juntamente com os familiares) a manterem o sacramento vivo permanecendo firmes na Igreja e em suas comunidades, alimentando-se sempre da Palavra e da Eucaristia.
Depois foram renovadas pelos catequisandos as promessas do Batismo, com as velas deles sendo acesas pelas velas dos dois jovens que foram alimentadas pela chama do Círio Pascal no altar. O ápice da celebração foi a subida de cada um dos 19 ao altar para receberem a Primeira Comunhão, só um adolescente não pôde fazê-lo porque estava operado, e Frei Raimundo desceu até ele para levar o Corpo e Sangue de Cristo, enquanto o restante da assembleia recebia a Eucaristia embaixo. O altar estava decorado com uma bela toalha de mesa com os dizeres "Jesus é o pão da vida".
Damos parabéns aos jovens catequistas Paulo Coimbra e Talita Fagundes pela formação dessa turma dos sábados à tarde após um ano de dedicada preparação. No final da missa, todos os novos participantes do Banquete do Cristo Eucarístico se reuniram para a foto oficial no altar com Frei Raimundo, e alguns fizeram confraternização com os familiares e amigos com lanche e bolo. A Pastoral Familiar celebrou a Primeira Eucaristia do seu jovem leitor Kauã Galeno, agora mais bem alimentado de Cristo para colaborar nas Missas das Famílias no terceiro sábado de cada mês e muitas outras celebrações.
Parabéns à Pastoral da Catequese e a todos os 20 catequisandos que receberam o sacramento neste domingo, perseverem na fé e nesta graça recebida junto com seus pais e familiares.
Inscrições para o Retiro dos Jovens vão até quarta-feira na Matriz
Estão abertas até o dia 15 de abril (quarta-feira) as inscrições de jovens para o III Retiro da Juventude Franciscana da Paróquia São Francisco de Assis. O retiro, organizado pela Pastoral da Juventude, será realizado nos dias 23 e 24 de maio (sábado e domingo) na Casa de Oração Oásis.
Restam pouquíssimas vagas, então os interessados devem se apressar para efetivarem suas inscrições na Secretaria da Igreja Matriz do São Francisco dentro dos horários normais de atendimento (9h às 11h30min e 15h às 18h) nesta terça e quarta-feira, a contagem regressiva já não é a mesma do cartaz da foto, restam apenas três dias.
Os jovens precisarão arcar com uma taxa de inscrição relativa à casa de retiros e à alimentação, mas a PJ-PSFA está realizando outras ações arrecadatórias para custear o evento. Participe deste notável momento de evangelização dos jovens de nossas comunidades.
Restam pouquíssimas vagas, então os interessados devem se apressar para efetivarem suas inscrições na Secretaria da Igreja Matriz do São Francisco dentro dos horários normais de atendimento (9h às 11h30min e 15h às 18h) nesta terça e quarta-feira, a contagem regressiva já não é a mesma do cartaz da foto, restam apenas três dias.
Os jovens precisarão arcar com uma taxa de inscrição relativa à casa de retiros e à alimentação, mas a PJ-PSFA está realizando outras ações arrecadatórias para custear o evento. Participe deste notável momento de evangelização dos jovens de nossas comunidades.
Pascom participa da Reunião de Lideranças de Comunicação na Sé
Foi realizada na manhã de sábado (11/04/2015), na Cúria Arquidiocesana adjacente à Catedral da Sé, mais uma Reunião de Lideranças de Comunicação da Arquidiocese de São Luís. Na oportunidade, os coordenadores conversaram sobre as atividades realizadas durante a Semana Santa nas paróquias, avaliando as coberturas e ações das pastorais, movimentos e setores.
Também foi iniciado o debate sobre a possibilidade de coordenações da Pascom por Forania. Porém, o principal ponto da reunião foi as comemorações para o 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais #DMC2015. O padre Gutemberg Feitosa, de São José de Ribamar, apresentou as propostas de atividades para a data, tanto em nível arquidiocesano, quanto paroquial.
Estiveram presentes na reunião representantes das paróquias Nossa Senhora da Conceição, Santa Paulina, São Francisco de Assis, São José de Ribamar, São João Calábria, São Roque, São Francisco e Santa Clara, São Paulo Apóstolo, Nossa Senhora da Vitória, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Espírito Santo e Fraternidade Maria Mãe de Deus.
Também foi iniciado o debate sobre a possibilidade de coordenações da Pascom por Forania. Porém, o principal ponto da reunião foi as comemorações para o 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais #DMC2015. O padre Gutemberg Feitosa, de São José de Ribamar, apresentou as propostas de atividades para a data, tanto em nível arquidiocesano, quanto paroquial.
Estiveram presentes na reunião representantes das paróquias Nossa Senhora da Conceição, Santa Paulina, São Francisco de Assis, São José de Ribamar, São João Calábria, São Roque, São Francisco e Santa Clara, São Paulo Apóstolo, Nossa Senhora da Vitória, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Espírito Santo e Fraternidade Maria Mãe de Deus.
Homilia: É preciso fé, coragem e ousadia no anúncio do Evangelho
Não deixemos de orar, de suplicar e de pedir ao Espírito Santo de Deus que venha em nosso socorro para que não tenhamos medo nem percamos a ousadia de anunciar a salvação vinda de Deus. “Quando terminaram a oração, tremeu o lugar onde estavam reunidos. Todos, então, ficaram cheios do Espírito Santo e anunciaram corajosamente a Palavra de Deus” (Atos dos Apóstolos 4, 31).
Para anunciar o Evangelho é preciso ter fé, coragem e ousadia. Num mundo onde quase não há espaço nem abertura para o anúncio da Palavra de Deus, se não nos revestirmos da fortaleza de Deus e dessa audácia vinda da força do Evangelho, nós não teremos meios para proclamar que Jesus está vivo e que Ele é o Senhor.
É por isso que, mesmo na prisão, Pedro e João oram ao Senhor; e quando estão soltos também não se deixam intimidar, fragilizar, adormecer, estremecer, nem se amedrontar. E querem, mais do que nunca, movidos por uma parresia divina, ser novamente embriagados pela dose [de parresia] do Espírito tão poderosa que vence todo medo e toda vergonha de anunciar Jesus e querem continuar proclamando o Seu nome.
Por isso os apóstolos oram com profundidade, uma oração que faz memória, recorda e exalta toda a ação de Deus desde a criação do mundo. Depois fazem uma oração de entrega absoluta a Deus e à Sua vontade; entrega e abertura para que a graça de Deus continue a usá-los como instrumentos para a salvação do mundo.
Pedro e João fazem uma oração de súplica poderosa pela unção, pela ousadia e pela graça do Espírito Santo de Deus para que, sem destemor, continuem a pregar o Evangelho. Deixem-me lhes dizer: não deixemos de orar, de suplicar e de pedir a esse mesmo Espírito que venha em nosso socorro para que não tenhamos medo nem percamos a ousadia de anunciar a salvação vinda de Deus.
Quando oramos para que o Espírito venha em nosso socorro, Ele nos enche e nos plenifica, de modo que o anúncio do nome de Jesus faz tremer as paredes e o chão (cf. Atos 4, 31). É ao nome de Jesus que precisamos anunciar de forma corajosa! Que o Espírito venha em nosso socorro e em nosso auxílio e nos impulsione para que continuemos a ser esses mensageiros da graça do alto!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Para anunciar o Evangelho é preciso ter fé, coragem e ousadia. Num mundo onde quase não há espaço nem abertura para o anúncio da Palavra de Deus, se não nos revestirmos da fortaleza de Deus e dessa audácia vinda da força do Evangelho, nós não teremos meios para proclamar que Jesus está vivo e que Ele é o Senhor.
É por isso que, mesmo na prisão, Pedro e João oram ao Senhor; e quando estão soltos também não se deixam intimidar, fragilizar, adormecer, estremecer, nem se amedrontar. E querem, mais do que nunca, movidos por uma parresia divina, ser novamente embriagados pela dose [de parresia] do Espírito tão poderosa que vence todo medo e toda vergonha de anunciar Jesus e querem continuar proclamando o Seu nome.
Por isso os apóstolos oram com profundidade, uma oração que faz memória, recorda e exalta toda a ação de Deus desde a criação do mundo. Depois fazem uma oração de entrega absoluta a Deus e à Sua vontade; entrega e abertura para que a graça de Deus continue a usá-los como instrumentos para a salvação do mundo.
Pedro e João fazem uma oração de súplica poderosa pela unção, pela ousadia e pela graça do Espírito Santo de Deus para que, sem destemor, continuem a pregar o Evangelho. Deixem-me lhes dizer: não deixemos de orar, de suplicar e de pedir a esse mesmo Espírito que venha em nosso socorro para que não tenhamos medo nem percamos a ousadia de anunciar a salvação vinda de Deus.
Quando oramos para que o Espírito venha em nosso socorro, Ele nos enche e nos plenifica, de modo que o anúncio do nome de Jesus faz tremer as paredes e o chão (cf. Atos 4, 31). É ao nome de Jesus que precisamos anunciar de forma corajosa! Que o Espírito venha em nosso socorro e em nosso auxílio e nos impulsione para que continuemos a ser esses mensageiros da graça do alto!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
O caminho da Igreja é o da franqueza, diz Papa Francisco em homilia
Santo Padre retomou, hoje, as Missas na Casa Santa Marta após o período pascal; na homilia, atenção para a necessidade de a Igreja ter a coragem de dizer o que deve ser dito.
O caminho da Igreja é aquele da franqueza, de dizer as coisas com liberdade. Essas foram palavras do Papa Francisco ao retomar, nesta segunda-feira, 13/4, as Missas na Casa Santa Marta. O fio condutor da homilia do Pontífice foi uma afirmação de Pedro a João na Primeira Leitura do dia: “Não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos”.
O Pontífice recordou que Pedro e João, depois de realizarem um milagre, foram presos e ameaçados pelos sacerdotes para que não falassem mais em nome de Jesus. Mas eles não se amedrontaram e, quando voltaram junto dos seus irmãos, os encorajaram a proclamar a Palavra de Deus “com franqueza”. E pediram ao Senhor que considerasse as ameaças recebidas e concedesse a seus servos anunciar a palavra com intrepidez.
“Também hoje a mensagem da Igreja é a mensagem do caminho da franqueza, do caminho da coragem cristã. Esses dois discípulos simples e iletrados – como diz a Bíblia – foram intrépidos. Uma palavra que se pode traduzir com ‘coragem’, ‘franqueza’, ‘liberdade de falar’, ‘não ter medo de dizer as coisas’. É uma palavra que tem muitos significados no original. A parresia, aquela franqueza. E do temor passaram à ‘franqueza’, a dizer as coisas com liberdade”.
Francisco comentou também o trecho do Evangelho do dia, que narra o diálogo “um pouco misterioso” entre Jesus e Nicodemos, sobre “o segundo nascimento”, sobre ter uma nova vida diferente da primeira.
O Papa destacou que também nesta narração, neste itinerário da franqueza, o verdadeiro protagonista é o Espírito Santo, porque Ele é o único capaz de dar a graça da coragem de anunciar o Cristo.
“Esta coragem do anúncio é o que nos distingue do simples proselitismo. Nós não fazemos publicidade, diz Jesus Cristo, para ter mais ‘sócios’ na nossa ‘sociedade espiritual’, não? Isso não serve. Não serve, não é cristão. Aquilo que o cristão faz é anunciar com coragem; e o anúncio de Jesus Cristo provoca, por meio do Espírito Santo, aquela surpresa que nos faz seguir em frente”.
É o Espírito, acrescentou Francisco, que dá essa força a esses homens simples e sem instrução, como Pedro e João, essa força de anunciar Jesus Cristo até o testemunho final: o martírio.
“A estrada da coragem cristã é uma graça que o Espírito Santo doa. Existem tantas estradas que podemos percorrer, e que também nos dão uma certa coragem. ‘Vejam que corajoso, que decisão tomou! E veja esse, como realizou bem um plano, organizou as coisas, muito bem’: isso ajuda, mas é instrumento de uma coisa maior: o Espírito. Se não há o Espírito, podemos fazer tantas coisas, muito trabalho, mas não serve a nada”.
A Igreja, conclui o Papa, depois da Páscoa, prepara os fiéis para receber o Espírito Santo. Para isso, a sua exortação final foi para que os fiéis possam recordar toda a História da Salvação e pedir a graça de receber o Espírito, a fim de que tenham a verdadeira coragem para anunciar Jesus Cristo.
Da Redação Canção Nova, com Rádio Vaticano.
O caminho da Igreja é aquele da franqueza, de dizer as coisas com liberdade. Essas foram palavras do Papa Francisco ao retomar, nesta segunda-feira, 13/4, as Missas na Casa Santa Marta. O fio condutor da homilia do Pontífice foi uma afirmação de Pedro a João na Primeira Leitura do dia: “Não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos”.
O Pontífice recordou que Pedro e João, depois de realizarem um milagre, foram presos e ameaçados pelos sacerdotes para que não falassem mais em nome de Jesus. Mas eles não se amedrontaram e, quando voltaram junto dos seus irmãos, os encorajaram a proclamar a Palavra de Deus “com franqueza”. E pediram ao Senhor que considerasse as ameaças recebidas e concedesse a seus servos anunciar a palavra com intrepidez.
“Também hoje a mensagem da Igreja é a mensagem do caminho da franqueza, do caminho da coragem cristã. Esses dois discípulos simples e iletrados – como diz a Bíblia – foram intrépidos. Uma palavra que se pode traduzir com ‘coragem’, ‘franqueza’, ‘liberdade de falar’, ‘não ter medo de dizer as coisas’. É uma palavra que tem muitos significados no original. A parresia, aquela franqueza. E do temor passaram à ‘franqueza’, a dizer as coisas com liberdade”.
Francisco comentou também o trecho do Evangelho do dia, que narra o diálogo “um pouco misterioso” entre Jesus e Nicodemos, sobre “o segundo nascimento”, sobre ter uma nova vida diferente da primeira.
O Papa destacou que também nesta narração, neste itinerário da franqueza, o verdadeiro protagonista é o Espírito Santo, porque Ele é o único capaz de dar a graça da coragem de anunciar o Cristo.
“Esta coragem do anúncio é o que nos distingue do simples proselitismo. Nós não fazemos publicidade, diz Jesus Cristo, para ter mais ‘sócios’ na nossa ‘sociedade espiritual’, não? Isso não serve. Não serve, não é cristão. Aquilo que o cristão faz é anunciar com coragem; e o anúncio de Jesus Cristo provoca, por meio do Espírito Santo, aquela surpresa que nos faz seguir em frente”.
É o Espírito, acrescentou Francisco, que dá essa força a esses homens simples e sem instrução, como Pedro e João, essa força de anunciar Jesus Cristo até o testemunho final: o martírio.
“A estrada da coragem cristã é uma graça que o Espírito Santo doa. Existem tantas estradas que podemos percorrer, e que também nos dão uma certa coragem. ‘Vejam que corajoso, que decisão tomou! E veja esse, como realizou bem um plano, organizou as coisas, muito bem’: isso ajuda, mas é instrumento de uma coisa maior: o Espírito. Se não há o Espírito, podemos fazer tantas coisas, muito trabalho, mas não serve a nada”.
A Igreja, conclui o Papa, depois da Páscoa, prepara os fiéis para receber o Espírito Santo. Para isso, a sua exortação final foi para que os fiéis possam recordar toda a História da Salvação e pedir a graça de receber o Espírito, a fim de que tenham a verdadeira coragem para anunciar Jesus Cristo.
Da Redação Canção Nova, com Rádio Vaticano.
domingo, 12 de abril de 2015
Homilia do dia: Que o mundo seja revestido da misericórdia de Deus
Jesus Ressuscitado anuncia e proclama a paz. Mas não é uma paz qualquer, é a paz que vem do coração de Deus, a paz mais profunda e mais necessária, a paz que vence todo medo, a desconfiança e a incredulidade. Quando a morte, o pecado e o mal são vencidos, tudo aquilo que pode tirar a nossa paz é derrotado com a Morte e a Ressurreição gloriosa de Jesus.
Por isso nos encontrar com Jesus Ressuscitado é nos encontrar com a paz da qual o nosso coração precisa! Nós não vamos sair deste mundo, não vamos deixar de passar pelas tribulações, pelas dificuldades e pelas angústias da vida, contudo, o nosso coração já tem um refúgio e a certeza da paz definitiva. Por isso, estar e se encontrar com Cristo é viver a Sua paz inquieta, é viver a Sua paz, que restaura tudo aquilo que está destruído e machucado dentro de nós.
A paz de Jesus é a cura e a libertação de que o nosso coração tanto necessita! Jesus Ressuscitado sopra sobre nós o Seu Santo Espírito que opera o perdão e a misericórdia. O mesmo Espírito, que é soprado sobre os apóstolos, é também soprado sobre nós para que sejamos mensageiros e operadores do perdão que produz a paz no meio da humanidade.
Jesus misericordioso, com Seu amor que vence todas as coisas, é o Bem Maior de que o nosso coração precisa. E o Seu amor é muito maior do que todas as nossas incredulidades e pecados. É por isso que Tomé, na sua miséria e na sua incredulidade, duvidou e não teve convicção e até ironizou: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei” (João 20, 25).
Até aqueles que se negam ou não se abrem para crer no amor de Deus, a misericórdia infinita do Senhor pode alcançá-los ao se abrirem à Sua divina misericórdia.
O mundo em que vivemos é incrédulo, pagão e totalmente fechado ao dom da graça de Deus. Precisamos proclamar Jesus vivo e ressuscitado, precisamos proclamar a misericórdia de Deus para este mundo, porque só a misericórdia d’Ele vence nossos medos, nossas incredulidades, nosso egoísmo e o nosso fechamento para a fé.
Abramos todo o nosso coração e todo o nosso ser para que, assim como Tomé que foi lavado e banhado na misericórdia divina, a misericórdia do Senhor continue nos lavando e o mundo seja também revestido dessa graça.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Papa Francisco proclama oficialmente o Jubileu da Misericórdia
A proclamação é feita por meio de uma Bula papal na qual se descreve o que é e como deverá acontecer o Ano Santo.
O Papa Francisco presidiu, neste sábado, 11/4, à cerimônia solene para publicação da Bula de convocação do Jubileu da Misericórdia. Cardeais, bispos, sacerdotes e leigos participaram da celebração no exterior da Basílica Vaticana, diante da Porta Santa que foi, na ocasião, abençoada pelo Papa e será aberta no dia 8 de dezembro quando terá início o Ano da Misericórdia.
A Bula de convocação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia intitulada “vultus Misericordiae” (Rosto de Misericórdia) se compõe de 25 números. Nela, o Papa Francisco descreve as principais características da misericórdia, definindo o tema à luz do rosto de Cristo. “A misericórdia não é uma palavra abstrata, mas um rosto para reconhecer, contemplar e servir”, diz o Pontífice.
A abertura do Ano Santo coincide com os 50 anos da conclusão do Concílio Vaticano II, no dia 8 de dezembro. A conclusão terá lugar na Solenidade litúrgica de Jesus Cristo Rei do Universo, em 20 de novembro de 2016.
Uma particularidade deste Ano Santo é que não será celebrado só em Roma, mas em todas as dioceses do mundo. A Porta Santa será aberta pelo Papa na Basílica de São Pedro em 8 de dezembro e no domingo seguinte em todas as Igrejas do mundo.
A Bula também explica alguns aspectos importantes do Jubileu: o primeiro é o lema “Misericordiosos como o Pai”, a continuação do sentido da peregrinação e sobretudo a necessidade do perdão.
O tema particular que interessa ao Papa se encontra no número 15: as obras de misericórdia espirituais e corporais. Segundo o Papa, elas devem redescobrir-se “para despertar nossa consciência, muitas vezes adormecida frente ao drama da pobreza, e para entrar ainda mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina”.
Uma novidade neste Ano Santo faz relação com a Quaresma, durante a qual serão enviados, a diversas partes do mundo, os “Missionários da Misericórdia”. Iniciativa com a qual o Papa quer ressaltar de forma mais concreta seu cuidado pastoral.
Criminosos, convertei-vos!
No número 19 da Bula, Francisco adverte com certo rigor as pessoas envolvidas com o crime organizado e aquelas “promotoras ou cúmplices” da corrupção. O Papa denuncia esta “chaga apodrecida” e insiste para que neste Ano Santo haja uma verdadeira conversão por parte dos criminosos, especialmente.
“Este é o tempo oportuno para mudar de vida! Este é o tempo para deixar tocar o coração. Diante de tantos crimes cometidos, escuta o choro de todas as pessoas depredadas por vocês na vida, na família, nos afetos e na dignidade. Seguir como estais é só fonte de arrogância, de ilusão e de tristeza. A verdadeira vida é algo bem distinto do que agora pensais. O Papa os estende a mão. Está disposto a ouvi-los. Basta somente que acolhais o apelo à conversão e vos submetais à justiça enquanto a Igreja vos oferece misericórdia” (n. 19).
Diálogo inter-religioso
Francisco também acredita que este Ano Jubilar pode favorecer o encontro entre os cristãos, judeus e os muçulmanos, pois ambos acreditam na misericódia de Deus. O Papa pede que a Igreja esteja aberta ao diálogo para conhecer estas religiões e determina que se “elimine toda forma de impasse e desprezo, e leve qualquer forma de violência e de discriminação”.
Por fim, o Sumo Pontífice pediu: “Neste Jubileu, deixemo-nos surpreender por Deus. Ele nunca se cansa de abrir a porta de Seu coração para repetir que nos ama e quer compartilhar conosco a sua vida… […]”. Francisco também desejou que o Ano Jubilar da Igreja se converta em eco da Palavra de Deus que ressoa forte e decidida com palavra e gestos de perdão, de suporte, de ajuda, de amor.
“Nunca se canse de oferecer misericórdia e seja sempre paciente em confortar e perdoar. A Igreja se faça voz de cada homem e mulher e repita com confiança e sem descanso: ‘Lembra-te, Senhor, de tua misericórdia e de teu amor; que são eternos’”, conclui o Papa.
André Cunha, da Redação Canção Nova.
O Papa Francisco presidiu, neste sábado, 11/4, à cerimônia solene para publicação da Bula de convocação do Jubileu da Misericórdia. Cardeais, bispos, sacerdotes e leigos participaram da celebração no exterior da Basílica Vaticana, diante da Porta Santa que foi, na ocasião, abençoada pelo Papa e será aberta no dia 8 de dezembro quando terá início o Ano da Misericórdia.
A Bula de convocação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia intitulada “vultus Misericordiae” (Rosto de Misericórdia) se compõe de 25 números. Nela, o Papa Francisco descreve as principais características da misericórdia, definindo o tema à luz do rosto de Cristo. “A misericórdia não é uma palavra abstrata, mas um rosto para reconhecer, contemplar e servir”, diz o Pontífice.
A abertura do Ano Santo coincide com os 50 anos da conclusão do Concílio Vaticano II, no dia 8 de dezembro. A conclusão terá lugar na Solenidade litúrgica de Jesus Cristo Rei do Universo, em 20 de novembro de 2016.
Uma particularidade deste Ano Santo é que não será celebrado só em Roma, mas em todas as dioceses do mundo. A Porta Santa será aberta pelo Papa na Basílica de São Pedro em 8 de dezembro e no domingo seguinte em todas as Igrejas do mundo.
A Bula também explica alguns aspectos importantes do Jubileu: o primeiro é o lema “Misericordiosos como o Pai”, a continuação do sentido da peregrinação e sobretudo a necessidade do perdão.
O tema particular que interessa ao Papa se encontra no número 15: as obras de misericórdia espirituais e corporais. Segundo o Papa, elas devem redescobrir-se “para despertar nossa consciência, muitas vezes adormecida frente ao drama da pobreza, e para entrar ainda mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina”.
Uma novidade neste Ano Santo faz relação com a Quaresma, durante a qual serão enviados, a diversas partes do mundo, os “Missionários da Misericórdia”. Iniciativa com a qual o Papa quer ressaltar de forma mais concreta seu cuidado pastoral.
Criminosos, convertei-vos!
No número 19 da Bula, Francisco adverte com certo rigor as pessoas envolvidas com o crime organizado e aquelas “promotoras ou cúmplices” da corrupção. O Papa denuncia esta “chaga apodrecida” e insiste para que neste Ano Santo haja uma verdadeira conversão por parte dos criminosos, especialmente.
“Este é o tempo oportuno para mudar de vida! Este é o tempo para deixar tocar o coração. Diante de tantos crimes cometidos, escuta o choro de todas as pessoas depredadas por vocês na vida, na família, nos afetos e na dignidade. Seguir como estais é só fonte de arrogância, de ilusão e de tristeza. A verdadeira vida é algo bem distinto do que agora pensais. O Papa os estende a mão. Está disposto a ouvi-los. Basta somente que acolhais o apelo à conversão e vos submetais à justiça enquanto a Igreja vos oferece misericórdia” (n. 19).
Diálogo inter-religioso
Francisco também acredita que este Ano Jubilar pode favorecer o encontro entre os cristãos, judeus e os muçulmanos, pois ambos acreditam na misericódia de Deus. O Papa pede que a Igreja esteja aberta ao diálogo para conhecer estas religiões e determina que se “elimine toda forma de impasse e desprezo, e leve qualquer forma de violência e de discriminação”.
Por fim, o Sumo Pontífice pediu: “Neste Jubileu, deixemo-nos surpreender por Deus. Ele nunca se cansa de abrir a porta de Seu coração para repetir que nos ama e quer compartilhar conosco a sua vida… […]”. Francisco também desejou que o Ano Jubilar da Igreja se converta em eco da Palavra de Deus que ressoa forte e decidida com palavra e gestos de perdão, de suporte, de ajuda, de amor.
“Nunca se canse de oferecer misericórdia e seja sempre paciente em confortar e perdoar. A Igreja se faça voz de cada homem e mulher e repita com confiança e sem descanso: ‘Lembra-te, Senhor, de tua misericórdia e de teu amor; que são eternos’”, conclui o Papa.
André Cunha, da Redação Canção Nova.
sábado, 11 de abril de 2015
Encontro de Espiritualidade Pascal junta catequisandos e coroinhas na Santa Luzia
Na manhã deste sábado (11/04/2015), foi realizado na Comunidade Santa Luzia, na Rua Nascimento de Moraes (Rua 01), um Encontro de Espiritualidade Pascal promovido pelo Núcleo de Catequese comunitário.
O encontro envolveu o grupo dos Coroinhas, o de Perseverança, as turmas de preparação para a Primeira Eucaristia e os jovens da comunidade. Todos agradecemos à catequista Eliane Fonseca por direcionar o encontro centrado no tema da Ressurreição de Cristo. A animação musical com o violão ficou por conta do jovem Marcus Vinícius. Houve uma boa resposta ao convite por parte dos catequisandos da Santa Luzia.
"É a espiritualidade que reacende desejos e sonhos, que desperta energias em direção ao algo “mais”; é a espiritualidade que faz descobrir, escondida no cotidiano, a presença amorosa do Deus Pai-Mãe que nos envolve. Em nome da Pastoral da Catequese, agradeço a catequista Eliane Fonseca por direcionar o encontro", escreveu no Facebook a coordenadora da catequese na comunidade, Lyana Jansen, a quem agradecemos por compartilhar com a Pascom fotos e um vídeo da espiritualidade, para mais detalhes acessem nossa página na rede social clicando na aba do menu superior.
"É a espiritualidade que reacende desejos e sonhos, que desperta energias em direção ao algo “mais”; é a espiritualidade que faz descobrir, escondida no cotidiano, a presença amorosa do Deus Pai-Mãe que nos envolve. Em nome da Pastoral da Catequese, agradeço a catequista Eliane Fonseca por direcionar o encontro", escreveu no Facebook a coordenadora da catequese na comunidade, Lyana Jansen, a quem agradecemos por compartilhar com a Pascom fotos e um vídeo da espiritualidade, para mais detalhes acessem nossa página na rede social clicando na aba do menu superior.
Vídeo do Exulte cantado por Serginho Carvalho na Vigília Pascal
Pedimos desculpas pela demora, mas por causa de problemas técnicos somente agora conseguimos disponibilizar na nossa página de Vídeos do Blog a filmagem incluída no Youtube da bela interpretação do "Exulte" cantado pelo coordenador da Pastoral Familiar Serginho Carvalho na Vigília Pascal à luz de velas na noite do Sábado de Aleluia (04/04/2015) na Igreja Matriz da Paróquia São Francisco de Assis, confira a seguir o vídeo:
Confira a programação das missas do Segundo Domingo de Páscoa
Caríssimos irmãos paroquianos, não deixem de participar da Santa Missa neste fim de semana (11 e 12 de abril) nas diversas comunidades da Paróquia São Francisco de Assis, estaremos celebrando o Segundo Domingo do Tempo Pascal, com 12 missas nos seus horários tradicionais, incluindo a da Península da Ponta D´Areia em frente à Capela de São Pedro.
Programe-se dando uma olhada na tabela abaixo:
SÁBADO, 11
Programe-se dando uma olhada na tabela abaixo:
SÁBADO, 11
BRANCO
|
OITAVA DA PÁSCOA
| |||
17h
|
Missa
|
Com. Jesus, o Bom Pastor
|
Frei Valdo
| |
17h30min
|
Missa
|
Península
|
Frei Raimundo / Frei Borges
| |
18h
|
Terço
|
Matriz São Francisco de Assis
| ||
19h
|
Missa
|
Com. Santo Antônio
|
Frei Raimundo / Diácono Getúlio
| |
19h
|
Missa
|
Matriz São Francisco de Assis
|
Frei Ribamar / Diácono Marinaldo
| |
DOMINGO, 12
BRANCO
|
2º DOMINGO DA PÁSCOA
| |||
7h
|
Missa
|
Com. Santa Luzia
|
Frei Valdo / Diácono Getúlio
| |
7h
|
Missa
|
Com. Nossa Senhora de Fátima
|
Frei Ribamar
| |
8h30min
|
Missa
|
Com. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
|
Frei Ribamar / Frei Borges
| |
8h30min
|
Missa
|
Matriz São Francisco de Assis
|
Frei Raimundo / Diácono Marinaldo
| |
17h
|
Missa
|
Com. São José
|
Frei Raimundo / Frei Borges
| |
17h
|
Missa
|
Com. Jesus, o Bom Pastor
|
Frei Ribamar / Diácono Getúlio
| |
19h
|
Missa
|
Com. Nossa Senhora das Graças
|
Frei Raimundo / Diácono Marinaldo
| |
19h
|
Missa
|
Matriz São Francisco de Assis
|
Frei Valdo / Diácono Rachid
| |
Comissão Episcopal da CNBB reúne Associações de Família
Neste final de semana, dias 11 e 12 de abril, acontecerá a 1ª Reunião das Associações de Família no Brasil. O evento é organizado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, com realização na sede da Secretaria Nacional da Pastoral Familiar (Secren), em Brasília.
O público alvo são presidentes das associações ou membros representantes oficiais da entidade. O evento conta com apoio da Confederação Nacional de Entidades de Família (CNEF), que atua na articulação junto ao Congresso brasileiro em projetos de lei relativos à família.
Para o assessor nacional da Comissão Vida e Família da CNBB, padre Rafael Fornasier, a reunião será um momento importante para conhecimento dos trabalhos das associações e projetos futuros em conjunto.
"Será a primeira reunião das associações já existentes ou recém-criadas, com o intuito de aprofundar a natureza, a finalidade e os objetivos dessas associações, bem como a criação de uma rede de ação conjunta", explica padre Rafael.
Contato: vidafamilia@cnbb.org.br
(Fonte: CNBB)
O público alvo são presidentes das associações ou membros representantes oficiais da entidade. O evento conta com apoio da Confederação Nacional de Entidades de Família (CNEF), que atua na articulação junto ao Congresso brasileiro em projetos de lei relativos à família.
Para o assessor nacional da Comissão Vida e Família da CNBB, padre Rafael Fornasier, a reunião será um momento importante para conhecimento dos trabalhos das associações e projetos futuros em conjunto.
"Será a primeira reunião das associações já existentes ou recém-criadas, com o intuito de aprofundar a natureza, a finalidade e os objetivos dessas associações, bem como a criação de uma rede de ação conjunta", explica padre Rafael.
Contato: vidafamilia@cnbb.org.br
(Fonte: CNBB)
Homilia do sábado: Anunciemos nossa fé ao mundo
Aquilo que entra agora pelos nossos ouvidos não pode ficar só para nós, temos a obrigação de anunciar e os outros têm o direito de receber o anúncio do Evangelho da mesma forma como ele também um dia chegou a nós. “E disse-lhes: ‘Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura!’” (Marcos 16, 15).
Nós precisamos ter em mente que toda criatura humana tem o direito de receber o anúncio da salvação. Todos têm direito a essa graça; ela não está restrita a alguns grupos, a algumas pessoas, aos predestinados. Toda a humanidade foi predestinada a ser salva, mas a salvação não é uma coisa obrigatória, é um direito; por isso temos que anunciar a todos a fé, precisamos fazer com que esse direito fundamental da existência humana seja garantido a todos os homens e mulheres que pisam na face da Terra.
No entanto, ninguém precisa nem pode ser obrigado a crer ou acreditar. A fé é uma adesão, é uma abertura de coração; fé é uma concordância entre a mente, a vontade e a luz que vem do alto.
A Igreja não pode se calar, eu não posso me calar, você não pode se calar, nós não podemos deixar de clamar e proclamar ao mundo que a salvação está em Cristo Jesus. Aquilo que nós vimos e que contemplamos também devemos anunciar aos outros, porque quiseram calar Pedro e João, mas eles mesmos disseram: “Julgai vós mesmos, se é justo diante de Deus que obedeçamos a vós e não a Deus! Quanto a nós, não nos podemos calar sobre o que vimos e ouvimos” (At 4, 19-20).
E por isso que nós não podemos nos calar sobre aquilo que vimos e ouvimos. Então, deixe-me dizer primeiro a você: nós ouvimos muito sobre Deus, falamos sobre Ele, escutamos muito sobre Ele, mas nós não só ouvimos, como também vemos a ação de Deus acontecer em nosso meio, a ação d’Ele ser vivenciada entre nós.
É uma omissão terrível, é uma falta de adesão coerente à fé não testemunharmos aos outros aquilo que os nossos olhos contemplam e aquilo que os nossos olhos tocam com a fé. Aquilo que entra agora pelos nossos ouvidos não pode ficar só para nós, temos a obrigação de anunciar e os outros têm o direito de receber o anúncio do Evangelho da mesma forma como ele também um dia chegou a nós.
Por isso nós hoje pedimos a Deus que venha abençoar Sua Igreja, venha abençoar o Seu povo, venha abençoar a nós que somos discípulos e discípulas de Jesus Cristo para que sejamos também apóstolos e testemunhas d’Ele para que anunciemos ao mundo esse Jesus vivo e ressuscitado que encontramos.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Nós precisamos ter em mente que toda criatura humana tem o direito de receber o anúncio da salvação. Todos têm direito a essa graça; ela não está restrita a alguns grupos, a algumas pessoas, aos predestinados. Toda a humanidade foi predestinada a ser salva, mas a salvação não é uma coisa obrigatória, é um direito; por isso temos que anunciar a todos a fé, precisamos fazer com que esse direito fundamental da existência humana seja garantido a todos os homens e mulheres que pisam na face da Terra.
No entanto, ninguém precisa nem pode ser obrigado a crer ou acreditar. A fé é uma adesão, é uma abertura de coração; fé é uma concordância entre a mente, a vontade e a luz que vem do alto.
A Igreja não pode se calar, eu não posso me calar, você não pode se calar, nós não podemos deixar de clamar e proclamar ao mundo que a salvação está em Cristo Jesus. Aquilo que nós vimos e que contemplamos também devemos anunciar aos outros, porque quiseram calar Pedro e João, mas eles mesmos disseram: “Julgai vós mesmos, se é justo diante de Deus que obedeçamos a vós e não a Deus! Quanto a nós, não nos podemos calar sobre o que vimos e ouvimos” (At 4, 19-20).
E por isso que nós não podemos nos calar sobre aquilo que vimos e ouvimos. Então, deixe-me dizer primeiro a você: nós ouvimos muito sobre Deus, falamos sobre Ele, escutamos muito sobre Ele, mas nós não só ouvimos, como também vemos a ação de Deus acontecer em nosso meio, a ação d’Ele ser vivenciada entre nós.
É uma omissão terrível, é uma falta de adesão coerente à fé não testemunharmos aos outros aquilo que os nossos olhos contemplam e aquilo que os nossos olhos tocam com a fé. Aquilo que entra agora pelos nossos ouvidos não pode ficar só para nós, temos a obrigação de anunciar e os outros têm o direito de receber o anúncio do Evangelho da mesma forma como ele também um dia chegou a nós.
Por isso nós hoje pedimos a Deus que venha abençoar Sua Igreja, venha abençoar o Seu povo, venha abençoar a nós que somos discípulos e discípulas de Jesus Cristo para que sejamos também apóstolos e testemunhas d’Ele para que anunciemos ao mundo esse Jesus vivo e ressuscitado que encontramos.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Domingo tem Formação Eclesial Mariana Franciscana no C.O.S.
Serão retomados neste próximo domingo (12/04/2015) os encontros formativos no Centro de Obras Sociais Frei Antonio Sinibaldi, na Rua 10 do São Francisco. A Formação Eclesial Mariana Franciscana, conduzida pelo Frei Antônio de Bastos Borges, começará às 9h30min da manhã e irá até as 15h30min da tarde.
Estão convidados para este encontro todos os grupos, pastorais, movimentos, comunidades e serviços da Paróquia São Francisco de Assis, inclusive os integrantes da Milícia da Imaculada. Os encontros serão realizados mensalmente aos segundos domingos de cada mês, com exceção de maio por causa do Dia das Mães, a data da próxima formação será definida no domingo.
Os participantes devem levar Bíblia, caderno e caneta para anotações, lanche e almoço para compartilhar, além de chocolates ou Ovos de Páscoa para um momento celebrativo pascal.
Estão convidados para este encontro todos os grupos, pastorais, movimentos, comunidades e serviços da Paróquia São Francisco de Assis, inclusive os integrantes da Milícia da Imaculada. Os encontros serão realizados mensalmente aos segundos domingos de cada mês, com exceção de maio por causa do Dia das Mães, a data da próxima formação será definida no domingo.
Os participantes devem levar Bíblia, caderno e caneta para anotações, lanche e almoço para compartilhar, além de chocolates ou Ovos de Páscoa para um momento celebrativo pascal.
Pastoral Social divulga horários de consultas médicas na N.S.Graças
O Grupo de Saúde da Comunidade Nossa Senhora das Graças prossegue com suas atividades referentes à prevenção de doenças e à promoção da dignidade humana, oferecendo consultas nas áreas de Clínica Médica Geral e Pediatria. O Grupo conta com profissionais voluntários deste a criação deste projeto pela Pastoral Social, há 16 anos.
Seguem os dias das consultas: sexta-feira (dia 10/04/2015) às 13h com Dra. Joyce - Clínica médica; sábado (dia 11/04/2015) às 7h30min com Dra. Marcia - Clínica médica; sábado (dia 25/04/2015) às 7h30min com Dra. Graça - Pediatra. A Dra. Rossana ainda vai confirmar o dia de atendimento. Este sábado (11/04) irá ter também preventivo ginecológico.
A comunidade possui ainda uma farmácia, na qual os medicamentos vêm de doações. Para este ano, verifica-se a possibilidade de realizar outros trabalhos de saúde com novos voluntários. A coordenação do grupo agradece a todos que colaboram com este trabalho.
Seguem os dias das consultas: sexta-feira (dia 10/04/2015) às 13h com Dra. Joyce - Clínica médica; sábado (dia 11/04/2015) às 7h30min com Dra. Marcia - Clínica médica; sábado (dia 25/04/2015) às 7h30min com Dra. Graça - Pediatra. A Dra. Rossana ainda vai confirmar o dia de atendimento. Este sábado (11/04) irá ter também preventivo ginecológico.
A comunidade possui ainda uma farmácia, na qual os medicamentos vêm de doações. Para este ano, verifica-se a possibilidade de realizar outros trabalhos de saúde com novos voluntários. A coordenação do grupo agradece a todos que colaboram com este trabalho.
Catequese da Santa Luzia promove Encontro de Espiritualidade sábado
O Núcleo de Catequese da Comunidade Santa Luzia, coordenado por Lyana Jansen, convida todos os seus catequisandos para um Encontro de Espiritualidade Pascal na manhã deste sábado (11/04/2015) às 8h30min. O evento vai envolver o grupo dos coroinhas, o de Perseverança e as turmas de preparação para a Primeira Eucaristia.
É um momento muito importante que será ministrado pela catequista Eliane Fonseca. O núcleo já preparou um calendário inteiramente voltado para seus trabalhos.
É um momento muito importante que será ministrado pela catequista Eliane Fonseca. O núcleo já preparou um calendário inteiramente voltado para seus trabalhos.
Homilia: Jesus é a pedra fundamental que sustenta a Igreja e o mundo
Se você deseja que sejam salvos seus negócios, seu trabalho, seus relacionamentos, não deixe de colocar neles essa pedra fundamental, que é Jesus. “Jesus é a pedra, que vós, os construtores, desprezastes, e que se tornou a pedra angular” (At 4, 11).
Na construção do Reino de Deus cada pedra tem sua importância, cada um que colabora nesta obra é também um pedaço dela. Assim como têm importância os profetas, os patriarcas, os homens e as mulheres de Deus, que, ao longo da história, deram a sua contribuição para a construção do Reino de Deus. Você é importante, eu sou importante, nós somos importantes na edificação do Reino de Deus no meio dos homens!
Deixe-me dizer uma coisa a você: se cada um tem a sua importância, nós só não podemos tirar o olhar e a direção d’Aquele que é a pedra angular, fundamental, principal: Cristo Jesus. Não existe salvação em nenhum outro, não há nenhum nome entre os homens que possa nos salvar; não há empresa, entidade e trabalho, nos quais o homem encontre salvação a não ser no nome e na pessoa de Jesus. Ele foi a pedra do edifício, do Templo, que os judeus tanto veneraram e veneram, que foi desprezada; pedra singular, pedra única. E essa pedra singular nós não podemos rejeitar em nossa construção; na construção da nossa casa, da nossa vida e da nossa família.
Nós precisamos solidificar, precisamos de um alicerce firme, forte, autêntico e, acima de tudo, um alicerce que salve nossas casas e nossas famílias. Deixe-me dizer a você: coloque no nome de Jesus e na autoridade d’Ele tudo aquilo que você faz, que você realiza, aquilo que você espera e confia. Se você deseja que sejam salvos seus negócios, seu trabalho, seus relacionamentos, não deixe de colocar neles essa pedra fundamental que é Jesus.
Eu vejo muitas pessoas que, quando querem se casar, se preocupam com tantas coisas e colocam tantas coisas em primeiro lugar. Promovem festas estrondosas, que, algumas vezes, duram até dias, antes e depois [do matrimônio]; só se esquecem de dar a atenção devida à pedra fundamental para sustentar o casamento e a família em todas as horas e momentos. Muitas delas até se casam na Igreja, contudo, não estão com o coração voltado e centrado no essencial.
Onde você construiu sua casa? Onde você construiu o seu relacionamento? Onde é que você e os seus têm colocado o coração?
Muitas casas afundaram, acabaram e se destruíram por não ter um fundamento sólido. Da mesma forma, nossa vida vai também se deteriorando, perdendo o sabor e o sentido se não a edificamos sobre uma pedra que dá sentido a ela.
Se a humanidade está desencaminhada e sem saber para onde anda é porque há muito tempo ela já tirou o olhar de Jesus! Voltemo-nos para Ele; o papel da Igreja é anunciar o nome de Jesus, é mostrar para o mundo que só n’Ele há salvação, há cura e libertação.
A tentação é muito grande de nos voltarmos para pessoas e realidades, mas não nos esqueçamos de que mesmo pessoas da Igreja não nos salvam. Quem nos salva é Jesus, e d’Ele nós não podemos tirar o nosso olhar!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Na construção do Reino de Deus cada pedra tem sua importância, cada um que colabora nesta obra é também um pedaço dela. Assim como têm importância os profetas, os patriarcas, os homens e as mulheres de Deus, que, ao longo da história, deram a sua contribuição para a construção do Reino de Deus. Você é importante, eu sou importante, nós somos importantes na edificação do Reino de Deus no meio dos homens!
Deixe-me dizer uma coisa a você: se cada um tem a sua importância, nós só não podemos tirar o olhar e a direção d’Aquele que é a pedra angular, fundamental, principal: Cristo Jesus. Não existe salvação em nenhum outro, não há nenhum nome entre os homens que possa nos salvar; não há empresa, entidade e trabalho, nos quais o homem encontre salvação a não ser no nome e na pessoa de Jesus. Ele foi a pedra do edifício, do Templo, que os judeus tanto veneraram e veneram, que foi desprezada; pedra singular, pedra única. E essa pedra singular nós não podemos rejeitar em nossa construção; na construção da nossa casa, da nossa vida e da nossa família.
Nós precisamos solidificar, precisamos de um alicerce firme, forte, autêntico e, acima de tudo, um alicerce que salve nossas casas e nossas famílias. Deixe-me dizer a você: coloque no nome de Jesus e na autoridade d’Ele tudo aquilo que você faz, que você realiza, aquilo que você espera e confia. Se você deseja que sejam salvos seus negócios, seu trabalho, seus relacionamentos, não deixe de colocar neles essa pedra fundamental que é Jesus.
Eu vejo muitas pessoas que, quando querem se casar, se preocupam com tantas coisas e colocam tantas coisas em primeiro lugar. Promovem festas estrondosas, que, algumas vezes, duram até dias, antes e depois [do matrimônio]; só se esquecem de dar a atenção devida à pedra fundamental para sustentar o casamento e a família em todas as horas e momentos. Muitas delas até se casam na Igreja, contudo, não estão com o coração voltado e centrado no essencial.
Onde você construiu sua casa? Onde você construiu o seu relacionamento? Onde é que você e os seus têm colocado o coração?
Muitas casas afundaram, acabaram e se destruíram por não ter um fundamento sólido. Da mesma forma, nossa vida vai também se deteriorando, perdendo o sabor e o sentido se não a edificamos sobre uma pedra que dá sentido a ela.
Se a humanidade está desencaminhada e sem saber para onde anda é porque há muito tempo ela já tirou o olhar de Jesus! Voltemo-nos para Ele; o papel da Igreja é anunciar o nome de Jesus, é mostrar para o mundo que só n’Ele há salvação, há cura e libertação.
A tentação é muito grande de nos voltarmos para pessoas e realidades, mas não nos esqueçamos de que mesmo pessoas da Igreja não nos salvam. Quem nos salva é Jesus, e d’Ele nós não podemos tirar o nosso olhar!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Assinar:
Postagens (Atom)














