A graça de Deus nos purifica do pecado e da murmuração, essa erva daninha faz de nós pessoas murmuradoras que reclamam de tudo e de todos. “Quando alguém era mordido por uma serpente, e olhava para a serpente de bronze, ficava curado” (Nm 21, 9).
O povo de Deus, na longa viagem feita durante a travessia do Egito rumo à Terra Prometida, vive várias situações fazendo-o perder a paciência. E sabemos que, quando perdemos a paciência, começamos a reclamar, a murmurar e, muitas vezes, até a maldizer. Foi isso que esse povo fez, porque, quando estamos no extremo da impaciência, não somos mais capazes de raciocinar com lógica; pelo contrário, nesses momentos o nosso raciocínio é todo corroído e passamos a olhar as coisas a partir daquilo que nos incomoda.
Esse povo se esqueceu da mão prodigiosa do Senhor, que o tirou aos poucos daquela situação de servidão, conduziu-o pelo deserto afora, o fez atravessar o mar e o ajudou a vencer os inimigos e, naquela hora, continuava a caminhar com todos eles. Quando o azedume da murmuração, a erva daninha da reclamação e a maldade da fofoca invadem os nossos corações, nós nos tornamos pessoas azedas e mesquinhas que veem problema em tudo e não somos capazes de agradecer nem de reconhecer a mão de Deus a nos conduzir.
Por isso, o povo começou a reclamar e a murmurar contra Moisés e contra Deus, e como isso foi duro! Deixe-me dizer: a murmuração e a reclamação por si mesmas são uma praga e toda praga provoca doença, enfermidade e mal-estar. Aquele povo caiu doente, aquele povo que murmurou contra o Senhor ficou enfraquecido por serpentes venenosas.
Quem murmura, reclama e fofoca experimenta do próprio veneno, e é um veneno maldito tudo aquilo que vem das nossas murmurações. É por isso que estamos, tantas vezes, muito fracos, doentes, esmorecidos, sem gosto e sem sabor pela vida, porque permitimos, com o nosso azedume, azedar o bom leite que Deus nos dá e a boa graça que o Senhor nos concede.
Quando esse povo cai doente, o próprio Deus tem misericórdia e manda Moisés fazer uma serpente de bronze [para curá-los]. A serpente de bronze, que representa a imagem do Cristo levantado na cruz, é o remédio que nos salva! Se fomos picados pelo veneno do pecado, agora o ar da graça nos salva e nos redime!
Que Deus hoje, na Sua infinita bondade e na Sua infinita misericórdia, nos dê a graça de sermos purificados dos nossos pecados e, sobretudo, tire de nosso interior essa erva daninha, que corrói e corrompe o nosso coração e faz de nós pessoas murmuradoras que reclamam de tudo e de todos.
Que Deus nos dê a graça de enxergar mais além, de reconhecer os prodígios d’Ele feitos por nós e que a mão d’Ele tem sido prodigiosa em nosso favor.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
terça-feira, 24 de março de 2015
Onde não há misericórdia não há justiça, diz Papa em homilia
Francisco voltou a abordar o tema da misericórdia durante a Missa da manhã desta segunda-feira na Casa Santa Marta.
Onde não há misericórdia não há justiça. Tantas vezes, o povo de Deus sofre um julgamento sem misericórdia. Essa foi, em síntese, a homilia do Papa Francisco durante a Missa desta segunda-feira, 23/3, na Casa Santa Marta.
Francisco falou de três mulheres e de três juízes: uma mulher inocente, Susana; uma pecadora, a adúltera; e uma pobre viúva necessitada. “Todas as três, de acordo com alguns Padres da Igreja, são figuras alegóricas: a Santa Igreja, a Igreja pecadora e a Igreja necessitada”, explicou.
Os três juízes são ruins e corruptos, observou o Papa. Escribas e fariseus julgaram a mulher adúltera, tinham dentro do coração a corrupção da rigidez; sentiam-se puros, porque observavam rigorosamente a lei. Mas essa rigidez os leva a uma vida dupla, explicou Francisco.
“Esses que condenavam essas mulheres, depois, iam procurá-las, em segredo, para se divertir um pouco. Os rígidos são – uso o adjetivo que Jesus lhes deu – hipócritas: eles têm vida dupla. Aqueles que julgam a Igreja – todas as três mulheres são figuras alegóricas da Igreja – com rigidez têm vida dupla. Com a rigidez nem mesmo se pode respirar”.
Depois, há os dois juízes idosos que chantageiam uma mulher, Susana, para que se entregasse a eles, mas ela resistiu. Tais juízes tinham a corrupção do vício, neste caso, a luxúria. Por fim, o outro juiz interpelado pela pobre viúva. Ele era um homem de negócios e não temia a Deus, não se preocupava com ninguém. Francisco destacou que os três juízes não conheciam a misericórdia.
“A corrupção os distanciava da compreensão da misericórdia, de serem misericordiosos. E a Bíblia nos fala que, na misericórdia, se encontra o justo do juízo. E as três mulheres – a santa, a pecadora e a necessitada, figuras alegóricas da Igreja – padecem desta falta de misericórdia. Hoje, também o povo de Deus, quando encontra estes juízes, é julgado sem misericórdia, seja no civil, seja no eclesiástico. E onde não há misericórdia não há justiça”.
Francisco lembrou, por exemplo, que quando o povo de Deus se aproxima voluntariamente para pedir perdão, muitas vezes, encontra alguém assim: os viciados, que são capazes de tentar abusar deles, e este é um dos pecados mais graves; os mercadores, que não dão esperança; e os rígidos, que punem nos penitentes aquilo que escondem na própria alma. Tudo isso se chama “falta de misericórdia”, afirmou o Papa.
“Queria somente dizer uma das palavras mais bonitas do Evangelho que me comove tanto: ‘Ninguém te condenou?’ – ‘Não, ninguém, Senhor’ – ‘Tampouco eu te condeno’. ‘Tampouco eu te condeno’ é uma das palavras mais bonitas, porque está cheia de misericórdia”.
Da Redação Canção Nova, com Rádio Vaticano.
Onde não há misericórdia não há justiça. Tantas vezes, o povo de Deus sofre um julgamento sem misericórdia. Essa foi, em síntese, a homilia do Papa Francisco durante a Missa desta segunda-feira, 23/3, na Casa Santa Marta.
Francisco falou de três mulheres e de três juízes: uma mulher inocente, Susana; uma pecadora, a adúltera; e uma pobre viúva necessitada. “Todas as três, de acordo com alguns Padres da Igreja, são figuras alegóricas: a Santa Igreja, a Igreja pecadora e a Igreja necessitada”, explicou.
Os três juízes são ruins e corruptos, observou o Papa. Escribas e fariseus julgaram a mulher adúltera, tinham dentro do coração a corrupção da rigidez; sentiam-se puros, porque observavam rigorosamente a lei. Mas essa rigidez os leva a uma vida dupla, explicou Francisco.
“Esses que condenavam essas mulheres, depois, iam procurá-las, em segredo, para se divertir um pouco. Os rígidos são – uso o adjetivo que Jesus lhes deu – hipócritas: eles têm vida dupla. Aqueles que julgam a Igreja – todas as três mulheres são figuras alegóricas da Igreja – com rigidez têm vida dupla. Com a rigidez nem mesmo se pode respirar”.
Depois, há os dois juízes idosos que chantageiam uma mulher, Susana, para que se entregasse a eles, mas ela resistiu. Tais juízes tinham a corrupção do vício, neste caso, a luxúria. Por fim, o outro juiz interpelado pela pobre viúva. Ele era um homem de negócios e não temia a Deus, não se preocupava com ninguém. Francisco destacou que os três juízes não conheciam a misericórdia.
“A corrupção os distanciava da compreensão da misericórdia, de serem misericordiosos. E a Bíblia nos fala que, na misericórdia, se encontra o justo do juízo. E as três mulheres – a santa, a pecadora e a necessitada, figuras alegóricas da Igreja – padecem desta falta de misericórdia. Hoje, também o povo de Deus, quando encontra estes juízes, é julgado sem misericórdia, seja no civil, seja no eclesiástico. E onde não há misericórdia não há justiça”.
Francisco lembrou, por exemplo, que quando o povo de Deus se aproxima voluntariamente para pedir perdão, muitas vezes, encontra alguém assim: os viciados, que são capazes de tentar abusar deles, e este é um dos pecados mais graves; os mercadores, que não dão esperança; e os rígidos, que punem nos penitentes aquilo que escondem na própria alma. Tudo isso se chama “falta de misericórdia”, afirmou o Papa.
“Queria somente dizer uma das palavras mais bonitas do Evangelho que me comove tanto: ‘Ninguém te condenou?’ – ‘Não, ninguém, Senhor’ – ‘Tampouco eu te condeno’. ‘Tampouco eu te condeno’ é uma das palavras mais bonitas, porque está cheia de misericórdia”.
Da Redação Canção Nova, com Rádio Vaticano.
segunda-feira, 23 de março de 2015
Confira a programação da Semana Santa na Paróquia
A Semana Santa na Paróquia São Francisco de Assis, de 29 de março a 5 de abril, terá 24 celebrações envolvendo as oito comunidades paroquiais, mas em muitas delas conclama diferentes comunidades a participarem juntas em um lugar só, conforme a programação abaixo (clique para ampliar). Vale lembrar que nesta próxima sexta-feira (27/03/2015) haverá Via Sacra na Matriz a partir das 18h.
No Domingo de Ramos (29/03/2015), a grande Procissão dos Ramos envolverá diretamente as comunidades Nossa Senhora de Fátima, Matriz São Francisco, Santa Luzia e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, saindo às 7h30min da Capela de Fátima no Buriti com destino à Igreja Matriz para a Santa Missa às 8h30min, a ser celebrada pelo pároco Frei Valdo Nogueira, com assistência dos Diáconos Marinaldo Oliveira e Getúlio Silva. Tragam seus ramos para serem abençoados. Segunda e quarta haverá as missas normais das 19h na Matriz.
A terça-feira (31/03/2015) será marcada pela segunda edição da Missa Penitencial na Matriz, desta vez celebrada por Frei Valdo às 19h para a participação de todas as comunidades. Na Quinta-Feira Santa (02/04/2015), quatro locais terão a celebração do Lava-Pés e da Instituição da Sagrada Eucaristia às 20h, para elas os fiéis devem trazer alimentos não perecíveis para doações.
A Sexta-Feira Santa (03/04/2015) terá Adoração à Santa Cruz em dois locais às 15h: na Matriz e na Comunidade Jesus, o Bom Pastor (folheto será corrigido). No Sábado de Aleluia (04/04/2015), a Vigília Pascal será celebrada em três lugares às 20h, com destaque para a Comunidade Nossa Senhora de Fátima que reunirá as Três Marias, com a participação no Buriti das comunidades Nossa Senhora das Graças e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Por fim, o Domingo da Ressurreição do Senhor que inicia o Tempo da Páscoa terá missas nos seus horários tradicionais, com exceção de Fátima (em que não haverá) e de Perpétuo Socorro (horário muda de 8h30min para 7h). A representação teatral da Via Sacra na Sexta-Feira Santa, ensaiada no Centro de Obras Sociais, ainda depende de confirmação de hora e local. Não deixem de participar das celebrações da Semana que representa o ápice de nossa fé cristã!
No Domingo de Ramos (29/03/2015), a grande Procissão dos Ramos envolverá diretamente as comunidades Nossa Senhora de Fátima, Matriz São Francisco, Santa Luzia e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, saindo às 7h30min da Capela de Fátima no Buriti com destino à Igreja Matriz para a Santa Missa às 8h30min, a ser celebrada pelo pároco Frei Valdo Nogueira, com assistência dos Diáconos Marinaldo Oliveira e Getúlio Silva. Tragam seus ramos para serem abençoados. Segunda e quarta haverá as missas normais das 19h na Matriz.
A terça-feira (31/03/2015) será marcada pela segunda edição da Missa Penitencial na Matriz, desta vez celebrada por Frei Valdo às 19h para a participação de todas as comunidades. Na Quinta-Feira Santa (02/04/2015), quatro locais terão a celebração do Lava-Pés e da Instituição da Sagrada Eucaristia às 20h, para elas os fiéis devem trazer alimentos não perecíveis para doações.
A Sexta-Feira Santa (03/04/2015) terá Adoração à Santa Cruz em dois locais às 15h: na Matriz e na Comunidade Jesus, o Bom Pastor (folheto será corrigido). No Sábado de Aleluia (04/04/2015), a Vigília Pascal será celebrada em três lugares às 20h, com destaque para a Comunidade Nossa Senhora de Fátima que reunirá as Três Marias, com a participação no Buriti das comunidades Nossa Senhora das Graças e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Por fim, o Domingo da Ressurreição do Senhor que inicia o Tempo da Páscoa terá missas nos seus horários tradicionais, com exceção de Fátima (em que não haverá) e de Perpétuo Socorro (horário muda de 8h30min para 7h). A representação teatral da Via Sacra na Sexta-Feira Santa, ensaiada no Centro de Obras Sociais, ainda depende de confirmação de hora e local. Não deixem de participar das celebrações da Semana que representa o ápice de nossa fé cristã!
Retiro Paroquial no Dia da Água enfatiza papel dos leigos
Água foi o que não faltou em São Luís no Dia Mundial da Água, apesar do fim de semana mais chuvoso do ano, um grupo de cerca de 50 pessoas participou do Retiro Pastoral Paroquial da Quaresma na manhã de domingo (22/03/2015) no Seminário da Ordem dos Frades Franciscanos Menores Conventuais na Cohama. Foi disponibilizado um ônibus para levar os fiéis desde a Igreja Matriz da Paróquia São Francisco de Assis até o convento às 8h.
Durante o retiro de oração, os paroquianos de diversas comunidades receberam uma inspiradora palestra ministrada pelo Frei José Augusto Santos da Silva com o tema "O papel do leigo na comunidade". O lema geral do retiro foi o versículo 45 do capítulo 10 do Evangelho de São Marcos: "O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos".
A animação musical ficou por conta do coordenador do Ministério de Música e integrante da Renovação Carismática Católica, Robert Gonçalves de Araújo, e a direção espiritual a cargo do pároco Frei Valdo Nogueira. Foram enfatizadas as atitudes essenciais do período quaresmal: oração, jejum e caridade, com uma espiritualidade revestida de momentos de reflexão, cantos de adoração, preces roteirizadas e espontâneas, momento penitencial e leitura da Palavra com interiorização. Houve também um lanche compartilhado.
A intensa chuva do lado de fora não tirou o foco do retirar-se para o deserto como Cristo fez antes de iniciar Sua missão pública. Frei Augusto ressaltou a importância da constante formação para os leigos, para não termos aquela postura de achar que sabemos tudo, até que nos perguntem algo (como dizia Santo Agostinho). Afinal o corpo místico de Cristo, a Igreja, é formado por uma diversidade de dons. No final, Frei Valdo não quis lamentar pelos que não estiveram presentes, porque cada um teve seus motivos, mas valorizar o que significou o Retiro para os que participaram dele e não seriam as mesmas pessoas ao voltarem para suas casas. A espiritualidade foi encerrada com a Oração da Campanha da Fraternidade 2015 e a Oração de São Francisco cantada.
A Paróquia agradece a presença de todos e o esforço da coordenação do evento a cargo do CPP (Conselho Pastoral Paroquial), especialmente de nossas irmãs Conceição Brito, Maria da Luz Barbosa e Irmã Rosário, desde a limpeza do salão que tinha recebido antes uma recepção de casamento. Participaram do retiro diversos Freis: Raimundo Nonato Moreira, Junior Batalha, Freis Borges e Ribeiro. Valeu a dedicação! Neste Dia Mundial da Água, pudemos experimentar a Água Viva que Jesus ofereceu à samaritana e oferece diariamente a todos nós.
Durante o retiro de oração, os paroquianos de diversas comunidades receberam uma inspiradora palestra ministrada pelo Frei José Augusto Santos da Silva com o tema "O papel do leigo na comunidade". O lema geral do retiro foi o versículo 45 do capítulo 10 do Evangelho de São Marcos: "O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos".
A animação musical ficou por conta do coordenador do Ministério de Música e integrante da Renovação Carismática Católica, Robert Gonçalves de Araújo, e a direção espiritual a cargo do pároco Frei Valdo Nogueira. Foram enfatizadas as atitudes essenciais do período quaresmal: oração, jejum e caridade, com uma espiritualidade revestida de momentos de reflexão, cantos de adoração, preces roteirizadas e espontâneas, momento penitencial e leitura da Palavra com interiorização. Houve também um lanche compartilhado.
A intensa chuva do lado de fora não tirou o foco do retirar-se para o deserto como Cristo fez antes de iniciar Sua missão pública. Frei Augusto ressaltou a importância da constante formação para os leigos, para não termos aquela postura de achar que sabemos tudo, até que nos perguntem algo (como dizia Santo Agostinho). Afinal o corpo místico de Cristo, a Igreja, é formado por uma diversidade de dons. No final, Frei Valdo não quis lamentar pelos que não estiveram presentes, porque cada um teve seus motivos, mas valorizar o que significou o Retiro para os que participaram dele e não seriam as mesmas pessoas ao voltarem para suas casas. A espiritualidade foi encerrada com a Oração da Campanha da Fraternidade 2015 e a Oração de São Francisco cantada.
A Paróquia agradece a presença de todos e o esforço da coordenação do evento a cargo do CPP (Conselho Pastoral Paroquial), especialmente de nossas irmãs Conceição Brito, Maria da Luz Barbosa e Irmã Rosário, desde a limpeza do salão que tinha recebido antes uma recepção de casamento. Participaram do retiro diversos Freis: Raimundo Nonato Moreira, Junior Batalha, Freis Borges e Ribeiro. Valeu a dedicação! Neste Dia Mundial da Água, pudemos experimentar a Água Viva que Jesus ofereceu à samaritana e oferece diariamente a todos nós.
Homilia do dia: Quem de nós pode dizer que nunca pecou?
Aquela mulher pecadora representa a mim e a você, toda a Igreja, todos nós! Quem de nós pode dizer: ‘Eu não tenho pecado’? “Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra” (João 8, 7).
Nós contemplamos hoje esse drama do Evangelho, mas, ao mesmo tempo, nos admiramos com uma das mais belas passagens das Sagradas Escrituras. Essa mulher pega em adultério é levada diante de Jesus para ser condenada a fim de que Ele tome uma posição sobre ela. É até, na verdade, uma armadilha aquilo que preparam para Jesus, porque Ele poderia simplesmente dizer: “Cumpra a Lei que afirma que quem for pego em adultério deve ser realmente apedrejado”, contudo Ele não lhes diz o que Moisés orienta na Lei. E muitos poderiam falar: “Nossa! Mas Ele prega tanto o amor e a misericórdia, será que Ele os vai deixar fazer isso com essa mulher?”.
No entanto, Jesus vence as armadilhas humanas e vai para além das contradições mirabolantes nascidas da mente dos homens. O Senhor vai ao cerne, ao profundo e ao “x” da questão. Primeiro Ele se abaixa em direção ao chão, vai até a terra e ali risca alguma coisa; pode ser que estivesse escrevendo os pecados e as misérias da nossa natureza humana. O mais importante é que, quando Ele desce ao chão, Ele lembra que todos nós viemos do pó da terra, que todos somos frágeis, miseráveis, todos nós temos pecados e é para essa mesma terra frágil que um dia voltaremos. E que não há distinção, todos nós vamos para o mesmo lugar!
Contudo, Jesus se levanta, olha ao redor e é como se dissesse: “Pois não, quem olha para a terra, olha para a pobreza e para a miséria do seu pobre coração e reconhece que nunca adulterou na vida, que atire a primeira pedra!” (cf. João 8,7).
Talvez para alguns só exista um tipo de pecado, só exista uma espécie de pecado. Adultério para alguns é apenas traição ou algo ligado a essa matéria, mas, na verdade, comete adultério todo aquele que, de fato, adultera a Lei de Deus em favor de si mesmo. E isso corresponde a qualquer um dos Dez Mandamentos, seja ao violar o dia do Senhor ou o nome santo do Senhor, seja ao prejudicar a pessoa do próximo, tudo isso é adulterar a verdade.
Aquela mulher pecadora representa a mim e a você, toda a Igreja, todos nós! Quem de nós pode dizer: “Eu não tenho pecado!”, “Eu sou melhor do que alguém!”. Pode ser que eu não tenha cometido este ou aquele erro, mas sei quais são as minhas misérias, sei quais são as minhas fraquezas. Você conhece as suas? Você nunca errou em alguma etapa da sua vida? Você não enfrenta dificuldades para isso ou para aquilo?
Por que é que nós ainda temos a tendência egoísta e orgulhosa de sempre querer julgar e condenar os outros? Só julga, só condena e só atira pedra quem não conhece a si mesmo! Quando nos conhecemos de verdade, nós ajuntamos pedras para construir pontes e estradas para que outros possam passar e também para que nós possamos sair do caminho errado em que estamos. Ao passo que quem não se conhece ajunta pedras para atirar nos outros.
Que Deus nos dê a graça de nos conhecermos do jeito que somos e, assim, não julgaremos mais uns aos outros!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Nós contemplamos hoje esse drama do Evangelho, mas, ao mesmo tempo, nos admiramos com uma das mais belas passagens das Sagradas Escrituras. Essa mulher pega em adultério é levada diante de Jesus para ser condenada a fim de que Ele tome uma posição sobre ela. É até, na verdade, uma armadilha aquilo que preparam para Jesus, porque Ele poderia simplesmente dizer: “Cumpra a Lei que afirma que quem for pego em adultério deve ser realmente apedrejado”, contudo Ele não lhes diz o que Moisés orienta na Lei. E muitos poderiam falar: “Nossa! Mas Ele prega tanto o amor e a misericórdia, será que Ele os vai deixar fazer isso com essa mulher?”.
No entanto, Jesus vence as armadilhas humanas e vai para além das contradições mirabolantes nascidas da mente dos homens. O Senhor vai ao cerne, ao profundo e ao “x” da questão. Primeiro Ele se abaixa em direção ao chão, vai até a terra e ali risca alguma coisa; pode ser que estivesse escrevendo os pecados e as misérias da nossa natureza humana. O mais importante é que, quando Ele desce ao chão, Ele lembra que todos nós viemos do pó da terra, que todos somos frágeis, miseráveis, todos nós temos pecados e é para essa mesma terra frágil que um dia voltaremos. E que não há distinção, todos nós vamos para o mesmo lugar!
Contudo, Jesus se levanta, olha ao redor e é como se dissesse: “Pois não, quem olha para a terra, olha para a pobreza e para a miséria do seu pobre coração e reconhece que nunca adulterou na vida, que atire a primeira pedra!” (cf. João 8,7).
Talvez para alguns só exista um tipo de pecado, só exista uma espécie de pecado. Adultério para alguns é apenas traição ou algo ligado a essa matéria, mas, na verdade, comete adultério todo aquele que, de fato, adultera a Lei de Deus em favor de si mesmo. E isso corresponde a qualquer um dos Dez Mandamentos, seja ao violar o dia do Senhor ou o nome santo do Senhor, seja ao prejudicar a pessoa do próximo, tudo isso é adulterar a verdade.
Aquela mulher pecadora representa a mim e a você, toda a Igreja, todos nós! Quem de nós pode dizer: “Eu não tenho pecado!”, “Eu sou melhor do que alguém!”. Pode ser que eu não tenha cometido este ou aquele erro, mas sei quais são as minhas misérias, sei quais são as minhas fraquezas. Você conhece as suas? Você nunca errou em alguma etapa da sua vida? Você não enfrenta dificuldades para isso ou para aquilo?
Por que é que nós ainda temos a tendência egoísta e orgulhosa de sempre querer julgar e condenar os outros? Só julga, só condena e só atira pedra quem não conhece a si mesmo! Quando nos conhecemos de verdade, nós ajuntamos pedras para construir pontes e estradas para que outros possam passar e também para que nós possamos sair do caminho errado em que estamos. Ao passo que quem não se conhece ajunta pedras para atirar nos outros.
Que Deus nos dê a graça de nos conhecermos do jeito que somos e, assim, não julgaremos mais uns aos outros!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Evangelho, crucifixo e fé são caminhos para ver Jesus, diz Papa
Francisco cita o Evangelho, o crucifixo e a fé como caminhos para aqueles que ainda querem ver Jesus e estão à procura do rosto de Deus.
No Angelus deste domingo, 22/3, Francisco então chama à atenção para a expressão “queremos ver Jesus”.
Assim que assumiu à janela dos apartamentos apostólicos, Papa Francisco agradeceu aos milhares de fiéis que, apesar do frio e da chuva, marcaram presença na Praça de São Pedro para acompanhar a Oração Mariana do Angelus. “Vocês são muito corajosos”, disse o Papa.
A reflexão deste domingo, 22/3, têm como base o evangelho de João, no qual alguns gregos judeus pedem ao evangelista para ver Jesus em Jerusalém.
Francisco chama à atenção para a expressão “queremos ver Jesus”. “Estas palavras, como tantas outras no Evangelho, vão além do episódio particular e expressam algo universal; revelam um desejo que atravessa os tempos e as culturas, um desejo presente no coração de tantas pessoas que ouviram falar de Cristo, mas não o encontraram ainda”, disse.
Hora da Cruz - Em uma resposta profética de Jesus àquele pedido, Ele revela sua verdadeira identidade. ““É chegada a hora em que será glorificado o Filho do Homem”. (Jo 12,23). “É a hora da derrota de Satanás, príncipe do mal, e do triunfo definitivo do amor misericordioso de Deus”, lembrou o Papa.
O Santo Padre acrescentou dizendo que Cristo declara que será “elevado da terra” e que essa expressão é de duplo significado. “Elevado porque crucificado, elevado porque exaltado pelo Pai na Ressurreição, para atrair todos a si e reconciliar os homens com Deus e entre eles. A hora da Cruz, a mais escura da história, é também a fonte da salvação para aqueles que acreditam n’Ele”.
Caminhos para ver o rosto de Jesus - O Pontífice prosseguiu dizendo que para àqueles que ainda querem ver Jesus e estão à procura do rosto de Deus podem ser oferecidas três coisas: “O Evangelho, o crucifixo e o testemunho da fé, pobre mas sincera.”
Ele explica que no Evangelho é que se pode encontrar, escutar e conhecer Jesus. O crucifixo é sinal do amor de Jesus por todos. A fé é aquela que se traduz em simples gestos de caridade fraterna.
Ao concluir sua reflexão, o Papa Francisco pediu a Maria Mãe Santíssima que ajude todos a seguir Jesus na via da cruz e da ressurreição.
Lembrando uma antiga tradição da Igreja em que no período da Quaresma são distribuídos evangelhos para quem se prepara ao batismo, o Pontífice anunciou a doação de exemplares aos presentes na Praça São Pedro. O Santo Padre agradeceu ainda a recepção que teve em Nápoles, no sul da Itália, durante visita pastoral neste sábado, 21/3.
Da Redação Canção Nova, com Rádio Vaticano.
No Angelus deste domingo, 22/3, Francisco então chama à atenção para a expressão “queremos ver Jesus”.
Assim que assumiu à janela dos apartamentos apostólicos, Papa Francisco agradeceu aos milhares de fiéis que, apesar do frio e da chuva, marcaram presença na Praça de São Pedro para acompanhar a Oração Mariana do Angelus. “Vocês são muito corajosos”, disse o Papa.
A reflexão deste domingo, 22/3, têm como base o evangelho de João, no qual alguns gregos judeus pedem ao evangelista para ver Jesus em Jerusalém.
Francisco chama à atenção para a expressão “queremos ver Jesus”. “Estas palavras, como tantas outras no Evangelho, vão além do episódio particular e expressam algo universal; revelam um desejo que atravessa os tempos e as culturas, um desejo presente no coração de tantas pessoas que ouviram falar de Cristo, mas não o encontraram ainda”, disse.
Hora da Cruz - Em uma resposta profética de Jesus àquele pedido, Ele revela sua verdadeira identidade. ““É chegada a hora em que será glorificado o Filho do Homem”. (Jo 12,23). “É a hora da derrota de Satanás, príncipe do mal, e do triunfo definitivo do amor misericordioso de Deus”, lembrou o Papa.
O Santo Padre acrescentou dizendo que Cristo declara que será “elevado da terra” e que essa expressão é de duplo significado. “Elevado porque crucificado, elevado porque exaltado pelo Pai na Ressurreição, para atrair todos a si e reconciliar os homens com Deus e entre eles. A hora da Cruz, a mais escura da história, é também a fonte da salvação para aqueles que acreditam n’Ele”.
Caminhos para ver o rosto de Jesus - O Pontífice prosseguiu dizendo que para àqueles que ainda querem ver Jesus e estão à procura do rosto de Deus podem ser oferecidas três coisas: “O Evangelho, o crucifixo e o testemunho da fé, pobre mas sincera.”
Ele explica que no Evangelho é que se pode encontrar, escutar e conhecer Jesus. O crucifixo é sinal do amor de Jesus por todos. A fé é aquela que se traduz em simples gestos de caridade fraterna.
Ao concluir sua reflexão, o Papa Francisco pediu a Maria Mãe Santíssima que ajude todos a seguir Jesus na via da cruz e da ressurreição.
Lembrando uma antiga tradição da Igreja em que no período da Quaresma são distribuídos evangelhos para quem se prepara ao batismo, o Pontífice anunciou a doação de exemplares aos presentes na Praça São Pedro. O Santo Padre agradeceu ainda a recepção que teve em Nápoles, no sul da Itália, durante visita pastoral neste sábado, 21/3.
Da Redação Canção Nova, com Rádio Vaticano.
domingo, 22 de março de 2015
Frei Ribamar celebra Missa das Famílias após Terço na Praça
A Missa das Famílias deste mês de março teve como tema
central a consciência da graça de Deus e foi celebrada pelo vigário paroquial
Frei Ribamar Ferreira, com assistência do Frei Borges, na noite deste sábado
(21/03/2015) na Igreja Matriz da Paróquia São Francisco de Assis.
Primeiramente foi rezado o Terço na Praça, a cargo da
Pastoral Familiar, e com a presença de representantes da Legião de Maria. O
Terço ontem contemplou os cinco Mistérios Luminosos, já que havia rezado os Mistérios Gozosos na edição anterior, em janeiro.
Na missa do Quinto Domingo da Quaresma com a liturgia
conduzida pela PF-PSFA, a animação musical ficou por conta do grupo da RCC
liderado pelo coordenador do Ministério de Música Robert Gonçalves e por
Franciane Moura. A Primeira Leitura, extraída do capítulo 31 do Livro do
Profeta Jeremias, foi proclamada por Almir Reis destacando a promessa do Senhor
“concluirei uma nova aliança e não mais lembrarei o seu pecado”. Em seguida,
Paulo Roberto Araujo Filho cantou o Salmo 50 de Davi com o refrão “Criai em mim um
coração que seja puro”.
Na Segunda Leitura, tirada do capítulo 5 da Carta aos
Hebreus, Marcos Galeno proclamou que “Cristo aprendeu a obediência e tornou-se
causa de salvação eterna”. Depois Frei Borges fez a proclamação do Evangelho de
São João (Jo 12, 20-33), “Se o grão de trigo cair na terra e morrer, produzirá
muito fruto”.
Em sua homilia, Frei Ribamar ressaltou a importância da
graça de Deus em nossas vidas e a necessidade de ela ser complementada por
nosso esforço pessoal, para darmos testemunho do seguimento de Jesus em nossas
famílias, no casamento, no trabalho e nas comunidades. As preces da assembleia
foram lidas pela agente da PF Jany Kellen Azevedo, e o comentário foi feito por
Flávia Galeno. Também foi a Missa de Sétimo Dia de falecimento da Sra. Maria Cutrim dos Santos.
Por fim, a Eucaristia em família é sempre um momento
marcante em nossa caminhada, e a Pastoral Familiar convida a todos para suas
reuniões todas as quartas-feiras às 20h na Matriz e para as Missas das
Famílias, todo terceiro sábado de cada mês às 19h.
Papa se despede de Nápoles em encontro com os jovens
Jovem, idosa e casal fizeram perguntas ao Papa sobre desafios atuais; Francisco respondeu espontaneamente e encorajou a harmonia entre juventude e velhice.
O último compromisso do Papa Francisco em Nápoles neste sábado, 21/3, foi o encontro com os jovens. O Santo Padre encorajou-os a seguirem adiante com esperança e sempre junto com os idosos, pois estes são a sabedoria de um povo.
“Um povo que não cuida dos idosos e dos jovens não tem futuro”, disse o Papa ao se despedir da cidade italiana. Pouco antes, ele tinha respondido a três perguntas, que em geral indagavam sobre a esperança no futuro, o cuidado com os jovens e os desafios da família.
A primeira pergunta foi feita por uma jovem, que questionou o Papa sobre como é possível plantar sementes de esperança em meio a tantas dificuldades que se vive hoje. Francisco disse que não há uma receita, mas indicou um caminho: a crença no Deus que é o Deus das palavras, dos gestos e do silêncio.
“Existem alguns silêncios de Deus que não têm explicação se você não buscar a resposta no Crucifixo”, afirmou.
Já uma senhora de 95 anos apresentou a realidade de abandono dos idosos, tantas vezes descartados pela sociedade. Francisco lembrou que “descartável” é um termo-chave na sociedade atual, acostumada a se desfazer do que não tem utilidade.
“O afeto é o remédio mais importante para o idoso”, disse Francisco, lembrando que todos precisam de afeto, mais ainda quando os anos passam. Ele também convidou os filhos que têm pais idosos a fazerem um exame de consciência e a estarem cientes de que vão colher aquilo que semearem.
Na última pergunta, um casal que tem 31 anos de matrimônio falou ao Papa sobre a preocupação com os desafios que a família enfrenta hoje. Que a família está em crise, isso é um fato, disse o Papa, lembrando que Deus inspirou a convocação do Sínodo da Família, que terá sua segunda etapa em outubro próximo e busca justamente refletir sobre essa situação.
Há quem se case por um simples fato social, disse o Papa, ressaltando que a preparação para o matrimônio deve começar em casa, já que o casamento não é um curso do tipo “virem esposos em oito aulas”.
Francisco disse não ter uma “receita” para resolver tais questões, mas voltou a aconselhar o casal a jamais terminar o dia sem fazer as pazes, além de dar testemunho e rezar unido.
Jéssica Marçal, da Redação Canção Nova.
O último compromisso do Papa Francisco em Nápoles neste sábado, 21/3, foi o encontro com os jovens. O Santo Padre encorajou-os a seguirem adiante com esperança e sempre junto com os idosos, pois estes são a sabedoria de um povo.
“Um povo que não cuida dos idosos e dos jovens não tem futuro”, disse o Papa ao se despedir da cidade italiana. Pouco antes, ele tinha respondido a três perguntas, que em geral indagavam sobre a esperança no futuro, o cuidado com os jovens e os desafios da família.
A primeira pergunta foi feita por uma jovem, que questionou o Papa sobre como é possível plantar sementes de esperança em meio a tantas dificuldades que se vive hoje. Francisco disse que não há uma receita, mas indicou um caminho: a crença no Deus que é o Deus das palavras, dos gestos e do silêncio.
“Existem alguns silêncios de Deus que não têm explicação se você não buscar a resposta no Crucifixo”, afirmou.
Já uma senhora de 95 anos apresentou a realidade de abandono dos idosos, tantas vezes descartados pela sociedade. Francisco lembrou que “descartável” é um termo-chave na sociedade atual, acostumada a se desfazer do que não tem utilidade.
“O afeto é o remédio mais importante para o idoso”, disse Francisco, lembrando que todos precisam de afeto, mais ainda quando os anos passam. Ele também convidou os filhos que têm pais idosos a fazerem um exame de consciência e a estarem cientes de que vão colher aquilo que semearem.
Na última pergunta, um casal que tem 31 anos de matrimônio falou ao Papa sobre a preocupação com os desafios que a família enfrenta hoje. Que a família está em crise, isso é um fato, disse o Papa, lembrando que Deus inspirou a convocação do Sínodo da Família, que terá sua segunda etapa em outubro próximo e busca justamente refletir sobre essa situação.
Há quem se case por um simples fato social, disse o Papa, ressaltando que a preparação para o matrimônio deve começar em casa, já que o casamento não é um curso do tipo “virem esposos em oito aulas”.
Francisco disse não ter uma “receita” para resolver tais questões, mas voltou a aconselhar o casal a jamais terminar o dia sem fazer as pazes, além de dar testemunho e rezar unido.
Jéssica Marçal, da Redação Canção Nova.
sábado, 21 de março de 2015
Homilia do dia: Que o seu coração acolha a novidade de Deus
Que a graça de Deus seja sempre nova em nossa vida! Que a graça de Deus seja sempre a Boa Nova d’Ele para renovar os nossos corações! “Assim, houve divisão no meio do povo por causa de Jesus. Alguns queriam prendê-lo, mas ninguém pôs as mãos nele” (João 7, 43,44).
As controvérsias em torno da pessoa de Jesus crescem a cada dia, porque há aqueles que causam tumulto e confusão no meio do povo. Eles não querem que o povo creia em Jesus porque eles também não se abrem para crer n’Ele. Pelo contrário, eles promovem falsas discussões com argumentos falaciosos e não sérios, porque querem a todo custo levá-Lo à morte. Isso porque aqueles que se opõem à Sua Palavra, se opõem à Sua pregação e se opõem ao Seu ministério estão decididamente fechados a não acolher nem o Senhor nem Sua Palavra.
Mas para além das discussões e das controvérsias, a grande pergunta que se faz é: “Mas quem é Jesus? Por que Ele incomoda tanto? Por que Ele causa tantos conflitos nos pensamentos e nos corações?”. Primeiramente, porque se você não se abre para ter esse encontro pessoal com Jesus, você, de fato, não vai conhecê-Lo, não vai experimentá-Lo e Ele não vai ser Senhor e Deus na sua vida.
No entanto, um grupo de judeus quer olhar para Jesus apenas no aspecto humano, quer tratá-Lo como uma questão meramente humana e não se abre para o toque da graça, não se abre para ouvir, entender ou procurar entender o que Ele lhes traz.
Um coração obstinado e fechado nunca chega ao conhecimento da verdade, e isso vale para todas as esferas da nossa vida humana. Quando nós nos fechamos ao diálogo, quando não somos capazes de escutar o próximo, quando não entramos na essência das pessoas, começamos a nos tratar uns aos outros com superficialidade. Quando somos superficiais e olhamos o outro da mesma forma nós não chegamos à essência dessa pessoa e, dessa forma, também não chegamos à essência da verdade.
Por essa razão, muitos da época de Jesus não chegaram até Ele, não conheceram Sua essência nem aquilo que Ele veio trazer para todos nós, porque não se abriram e ficaram apenas nas discussões periféricas. Sim, são aquelas discussões superficiais que não levam a nada. Jesus não é assunto para se discutir na feira, no salão de beleza. Jesus é assunto em questão de fé, de relacionamento pessoal com Deus, de abertura para a graça divina!
Não se pode compreender as coisas de Deus se não houver uma abertura para que a graça d’Ele entre em nós. Não é uma compreensão meramente humana, é uma compreensão que exige a luz da fé!
Sem fé ninguém agrada a Deus, sem fé ninguém chega ao conhecimento da verdade de Deus, pois fé é dom infuso, é graça que vem do alto, é iluminação do Espírito que vence os próprios obstáculos humanos e as barreiras do preconceito, criadas por nós mesmos ao longo da vida. Por essa razão, muitas vezes, nós não somos capazes de acolher o novo vindo d’Ele.
Jesus é sempre uma “novidade nova”, porque Ele veio para renovar a nossa vida; e a renovação começa nos nossos próprios conceitos, nas nossas teorias, naquilo em que nós acreditamos ser sempre assim e não temos uma abertura para o novo.
Contudo, se nós não nos abrimos para o novo de Deus, o novo de Deus não vai entrar em nós! Os judeus se opuseram ao Senhor Jesus, porque muitos deles não quiseram se abrir para a novidade de Deus.
Que a graça de Deus seja sempre nova em nossa vida! Que a graça de Deus seja sempre a Boa Nova d’Ele para renovar os nossos corações! E que o Espírito Santo venha em nosso socorro, em auxílio à nossa pobreza e à nossa miséria para quebrar dentro de nós o orgulho, a nossa visão fechada e abrir o nosso coração para a plenitude da graça de Deus!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
As controvérsias em torno da pessoa de Jesus crescem a cada dia, porque há aqueles que causam tumulto e confusão no meio do povo. Eles não querem que o povo creia em Jesus porque eles também não se abrem para crer n’Ele. Pelo contrário, eles promovem falsas discussões com argumentos falaciosos e não sérios, porque querem a todo custo levá-Lo à morte. Isso porque aqueles que se opõem à Sua Palavra, se opõem à Sua pregação e se opõem ao Seu ministério estão decididamente fechados a não acolher nem o Senhor nem Sua Palavra.
Mas para além das discussões e das controvérsias, a grande pergunta que se faz é: “Mas quem é Jesus? Por que Ele incomoda tanto? Por que Ele causa tantos conflitos nos pensamentos e nos corações?”. Primeiramente, porque se você não se abre para ter esse encontro pessoal com Jesus, você, de fato, não vai conhecê-Lo, não vai experimentá-Lo e Ele não vai ser Senhor e Deus na sua vida.
No entanto, um grupo de judeus quer olhar para Jesus apenas no aspecto humano, quer tratá-Lo como uma questão meramente humana e não se abre para o toque da graça, não se abre para ouvir, entender ou procurar entender o que Ele lhes traz.
Um coração obstinado e fechado nunca chega ao conhecimento da verdade, e isso vale para todas as esferas da nossa vida humana. Quando nós nos fechamos ao diálogo, quando não somos capazes de escutar o próximo, quando não entramos na essência das pessoas, começamos a nos tratar uns aos outros com superficialidade. Quando somos superficiais e olhamos o outro da mesma forma nós não chegamos à essência dessa pessoa e, dessa forma, também não chegamos à essência da verdade.
Por essa razão, muitos da época de Jesus não chegaram até Ele, não conheceram Sua essência nem aquilo que Ele veio trazer para todos nós, porque não se abriram e ficaram apenas nas discussões periféricas. Sim, são aquelas discussões superficiais que não levam a nada. Jesus não é assunto para se discutir na feira, no salão de beleza. Jesus é assunto em questão de fé, de relacionamento pessoal com Deus, de abertura para a graça divina!
Não se pode compreender as coisas de Deus se não houver uma abertura para que a graça d’Ele entre em nós. Não é uma compreensão meramente humana, é uma compreensão que exige a luz da fé!
Sem fé ninguém agrada a Deus, sem fé ninguém chega ao conhecimento da verdade de Deus, pois fé é dom infuso, é graça que vem do alto, é iluminação do Espírito que vence os próprios obstáculos humanos e as barreiras do preconceito, criadas por nós mesmos ao longo da vida. Por essa razão, muitas vezes, nós não somos capazes de acolher o novo vindo d’Ele.
Jesus é sempre uma “novidade nova”, porque Ele veio para renovar a nossa vida; e a renovação começa nos nossos próprios conceitos, nas nossas teorias, naquilo em que nós acreditamos ser sempre assim e não temos uma abertura para o novo.
Contudo, se nós não nos abrimos para o novo de Deus, o novo de Deus não vai entrar em nós! Os judeus se opuseram ao Senhor Jesus, porque muitos deles não quiseram se abrir para a novidade de Deus.
Que a graça de Deus seja sempre nova em nossa vida! Que a graça de Deus seja sempre a Boa Nova d’Ele para renovar os nossos corações! E que o Espírito Santo venha em nosso socorro, em auxílio à nossa pobreza e à nossa miséria para quebrar dentro de nós o orgulho, a nossa visão fechada e abrir o nosso coração para a plenitude da graça de Deus!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Verifique a programação das missas deste fim de semana
Caríssimos irmãos paroquianos, não deixem de participar da Santa Missa neste fim de semana nas diversas comunidades da Paróquia São Francisco de Assis, estaremos celebrando o Quinto Domingo do Tempo da Quaresma, com 12 missas. Vale lembrar que neste domingo haverá o Retiro Paroquial das 8h às 12h no Seminário dos Franciscanos na Cohama, ao lado da Igreja Menino Jesus de Praga, mas não deixarão de ser celebradas as missas do período da manhã. Programe-se com a tabela abaixo (clique sobre ela para aumentar):
sexta-feira, 20 de março de 2015
Jesus acolhedor e igreja lotada marcam fim do Festejo São José
A igreja ficou completamente lotada e com muita gente em pé no encerramento do Festejo da Comunidade São José, celebrado na noite de quinta-feira (19/03/2015). A procissão saiu da capela no Residencial Ana Jansen às 18h40min, percorreu algumas ruas do bairro e nas suas paradas, as estações demonstraram o acolhimento de Jesus aos pecadores, representados pelo encontro misericordioso do Cristo com a mulher pega em flagrante de adultério ("Quem não tiver pecado, que atire a primeira pedra) e pelo abraço Dele na jovem que interpretou o papel de uma alcoólatra, foram belos momentos teatrais dos jovens da comunidade alternados com as canções e orações do povo com dezenas de fiéis em caminhada, sendo saudados pelas pessoas nos portões e de dentro das casas. O andor com a imagem de São José e do menino Jesus seguia à frente, com os freis e o grupo de acólitos abrindo o caminho.
Após 50 minutos de procissão, o cortejo retornou à igreja para a celebração da Santa Missa de encerramento, presidida pelo vigário paroquial Frei Ribamar Ferreira, com assistência do Frei Borges, ambos vestindo o branco solene. O tema da liturgia foi o principal do festejo: "Quero, a exemplo de São José, servir a Deus e a Seus filhos". Os grupos noitantes envolvidos na liturgia foram a Pastoral da Comunicação, as Irmãs Missionárias de Jesus Crucificado, o Movimento Eucarístico Jovem, a Pastoral Litúrgica e a Comunidade São José, com a animação musical ficando por conta do grupo local Operário(a)s de São José reforçado por Sergio da Igreja, Gilmar Lemos e o flautista Rafael Einstein Carvalho.
A Primeira Leitura foi extraída do capítulo 7 do Segundo Livro do Profeta Samuel com a Palavra de Deus dirigida ao profeta Natã para anunciar ao Rei Davi que da descendência dele viria o Messias. Depois do belo Salmo 88 cantado com o refrão "Eis que a sua descendência durará eternamente", a Segunda Leitura tirada do capítulo 4 da Carta de São Paulo aos Romanos lembrou que "contra toda a humana esperança, Abraão firmou-se na esperança e na fé". Então, o Evangelho do dia (Mateus 1, 16.18-21.24a) foi proclamado de forma cantada pelo Frei Borges, enfatizando-se que José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado.
Em sua homilia, Frei Ribamar ressaltou a tônica do acolhimento de Jesus a todas as pessoas, tão bem demonstrado nas paradas da procissão, e que essa acolhida foi aprendida pelo Cristo junto de seus pais, Maria e José. Diferentemente de Samuel, que foi educado no Santuário do Templo, a educação de Jesus foi dada na Escola de Nazaré, no seio de uma família, da mesma maneira que nós somos educados nos valores em casa, pelos nossos pais. O sacerdote enalteceu o caráter de São José como homem justo, trabalhador, que educava pelo exemplo e no silêncio como também fazia Nossa Senhora. Citando um pregador do Ceará, Frei Ribamar afirmou que Deus nos fez mais para ouvir do que para falar, por isso nos criou com dois ouvidos e uma boca só, muitas vezes as famílias entram em conflito porque alguém fala demais e solta o que não deve. O frade mencionou também atitudes santas de José que devemos adotar em nosso dia-a-dia e elogiou o esforço da comunidade.
Depois das preces da assembleia invocando a santidade e justiça do padroeiro da Igreja Católica, outro momento emocionante foi o Pai-Nosso cantado pelos fiéis que lotaram a capela, antecipando o instante sagrado da Eucaristia. No final, a comentarista Kátia Regina agradeceu a todos que colaboraram com o Festejo ao longo dos dez dias e conclamou uma homenagem especial com um parabéns cantado no aniversário da idosa que é símbolo da comunidade, Dona Zezinha (Maria José), 93 anos. O inspirado grupo musical no fim entoou a Ladainha a São José no pós-comunhão com as mulheres da comunidade ajoelhadas diante do andor florido do santo, e nessa hora Frei Ribamar alegremente aproveitou para tirar fotos da igreja cheia, da imagem, da equipe de celebração, em breve a Pascom vai querer convocá-lo como auxiliar honorário. Depois da missa, muita gente ficou para a confraternização final na quermesse com deliciosas refeições, lasanha, churrasquinho e bolos.
A Comunidade São José, representada por seu Conselho formado por Lucimeire Diniz (presidente), Kátia Regina (vice), Vicente Nunes (1o tesoureiro), Maria Benedita (2a tesoureira), Layane Diniz (1a secretária) e Ana Karina (2a secretária), agradece de coração a todos que participaram do Festejo e gostaria de contar com o retorno de todos para uma participação ainda mais marcante no ano que vem.
Após 50 minutos de procissão, o cortejo retornou à igreja para a celebração da Santa Missa de encerramento, presidida pelo vigário paroquial Frei Ribamar Ferreira, com assistência do Frei Borges, ambos vestindo o branco solene. O tema da liturgia foi o principal do festejo: "Quero, a exemplo de São José, servir a Deus e a Seus filhos". Os grupos noitantes envolvidos na liturgia foram a Pastoral da Comunicação, as Irmãs Missionárias de Jesus Crucificado, o Movimento Eucarístico Jovem, a Pastoral Litúrgica e a Comunidade São José, com a animação musical ficando por conta do grupo local Operário(a)s de São José reforçado por Sergio da Igreja, Gilmar Lemos e o flautista Rafael Einstein Carvalho.
A Primeira Leitura foi extraída do capítulo 7 do Segundo Livro do Profeta Samuel com a Palavra de Deus dirigida ao profeta Natã para anunciar ao Rei Davi que da descendência dele viria o Messias. Depois do belo Salmo 88 cantado com o refrão "Eis que a sua descendência durará eternamente", a Segunda Leitura tirada do capítulo 4 da Carta de São Paulo aos Romanos lembrou que "contra toda a humana esperança, Abraão firmou-se na esperança e na fé". Então, o Evangelho do dia (Mateus 1, 16.18-21.24a) foi proclamado de forma cantada pelo Frei Borges, enfatizando-se que José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado.
Em sua homilia, Frei Ribamar ressaltou a tônica do acolhimento de Jesus a todas as pessoas, tão bem demonstrado nas paradas da procissão, e que essa acolhida foi aprendida pelo Cristo junto de seus pais, Maria e José. Diferentemente de Samuel, que foi educado no Santuário do Templo, a educação de Jesus foi dada na Escola de Nazaré, no seio de uma família, da mesma maneira que nós somos educados nos valores em casa, pelos nossos pais. O sacerdote enalteceu o caráter de São José como homem justo, trabalhador, que educava pelo exemplo e no silêncio como também fazia Nossa Senhora. Citando um pregador do Ceará, Frei Ribamar afirmou que Deus nos fez mais para ouvir do que para falar, por isso nos criou com dois ouvidos e uma boca só, muitas vezes as famílias entram em conflito porque alguém fala demais e solta o que não deve. O frade mencionou também atitudes santas de José que devemos adotar em nosso dia-a-dia e elogiou o esforço da comunidade.
Depois das preces da assembleia invocando a santidade e justiça do padroeiro da Igreja Católica, outro momento emocionante foi o Pai-Nosso cantado pelos fiéis que lotaram a capela, antecipando o instante sagrado da Eucaristia. No final, a comentarista Kátia Regina agradeceu a todos que colaboraram com o Festejo ao longo dos dez dias e conclamou uma homenagem especial com um parabéns cantado no aniversário da idosa que é símbolo da comunidade, Dona Zezinha (Maria José), 93 anos. O inspirado grupo musical no fim entoou a Ladainha a São José no pós-comunhão com as mulheres da comunidade ajoelhadas diante do andor florido do santo, e nessa hora Frei Ribamar alegremente aproveitou para tirar fotos da igreja cheia, da imagem, da equipe de celebração, em breve a Pascom vai querer convocá-lo como auxiliar honorário. Depois da missa, muita gente ficou para a confraternização final na quermesse com deliciosas refeições, lasanha, churrasquinho e bolos.
A Comunidade São José, representada por seu Conselho formado por Lucimeire Diniz (presidente), Kátia Regina (vice), Vicente Nunes (1o tesoureiro), Maria Benedita (2a tesoureira), Layane Diniz (1a secretária) e Ana Karina (2a secretária), agradece de coração a todos que participaram do Festejo e gostaria de contar com o retorno de todos para uma participação ainda mais marcante no ano que vem.
Retiro Paroquial será domingo no Seminário da Cohama
Os paroquianos de São Francisco de Assis que irão participar do Retiro, que forem de carro próprio e dispuserem de vagas em seus veículos poderão passar pela praça da Igreja Matriz e dar caronas ao irmão. Para o deslocamento até o local haverá, também, um ônibus disponível, saindo da Matriz de São Francisco às 7h30min. Levem também o lanche para ser compartilhado. O conteúdo a ser trabalhado no Retiro está a cargo do pároco Frei Valdo Nogueira e da Ministra da Sagrada Comunhão e representante do CPP (Conselho Pastoral Paroquial), Conceição Brito.
Participemos todos! Este é um momento propício para uma reflexão mais profunda sobre a Quaresma e preparação para melhor celebrarmos a Semana Santa e a Páscoa do Senhor. Mas é importante avisar que as missas da manhã de domingo não serão canceladas por causa do Retiro, as celebrações nas comunidades estão mantidas em seus horários normais (7h e 8h30min).
Sábado tem Terço na Praça e Missa das Famílias na Matriz
A Pastoral Familiar e o Terço dos Homens da Paróquia São Francisco de Assis convidam todos os fiéis, movimentos, grupos, serviços, pastorais e as nove comunidades paroquiais a participarem neste sábado (21/03/2015) da Oração do Terço na Praça, a partir das 18 horas na frente da Igreja Matriz de São Francisco, e da Missa das Famílias com a bênção das grávidas, logo depois, às 19 horas. Venham rezar conosco o Terço do Perdão neste período da Quaresma!
Depois de não ter havido o Terço na Praça no terceiro sábado de fevereiro, por causa do evento de Lançamento Arquidiocesano da Campanha da Fraternidade no ginásio Castelinho, a PF-PSFA reassumirá pela primeira vez a direção do Terço na Praça e dará sequência mensalmente a essa ação proposta inicialmente pelo Diácono Renato Fontoura, que atualmente serve na Paróquia São João Batista dos Vinhais. Desde outubro do ano passado, a Pastoral tem realizado terços domiciliares da Sagrada Família, alternando oração, música e leitura da Palavra, uma dinâmica semelhante será aplicada nos Terços na Praça.
Já a Missa das Famílias amanhã será celebrada pelo vigário paroquial Frei Ribamar Ferreira, com assistência do Frei Borges. As gestantes e as mães com crianças de colo poderão vir e receber uma bênção especial. A animação musical ficará por conta do grupo do coordenador do Ministério de Música Robert Gonçalves de Araújo. Participe!
Depois de não ter havido o Terço na Praça no terceiro sábado de fevereiro, por causa do evento de Lançamento Arquidiocesano da Campanha da Fraternidade no ginásio Castelinho, a PF-PSFA reassumirá pela primeira vez a direção do Terço na Praça e dará sequência mensalmente a essa ação proposta inicialmente pelo Diácono Renato Fontoura, que atualmente serve na Paróquia São João Batista dos Vinhais. Desde outubro do ano passado, a Pastoral tem realizado terços domiciliares da Sagrada Família, alternando oração, música e leitura da Palavra, uma dinâmica semelhante será aplicada nos Terços na Praça.
Já a Missa das Famílias amanhã será celebrada pelo vigário paroquial Frei Ribamar Ferreira, com assistência do Frei Borges. As gestantes e as mães com crianças de colo poderão vir e receber uma bênção especial. A animação musical ficará por conta do grupo do coordenador do Ministério de Música Robert Gonçalves de Araújo. Participe!
Homilia: Como você tem testemunhado o seu amor por Jesus?
O melhor modo de testemunhar o nosso amor por Jesus é ao procurarmos viver com coerência aquilo em que nós acreditamos sem desanimar! “Em alta voz, Jesus ensinava no Templo, dizendo: ‘Vós me conheceis e sabeis de onde sou; eu não vim por mim mesmo, mas o que me enviou é fidedigno’” (João 7, 28).
A hora de Jesus se aproxima e por onde Ele anda os judeus O perseguem, querem arrumar algum motivo para condená-Lo à morte, querem colocá-Lo em alguma situação difícil, querem arrumar alguma contradição na fala, nos ensinamentos e na ação d’Ele. De alguma forma querem intimidá-Lo; contudo, o Senhor não se intimida.
Por outro lado, o Senhor Jesus também não os enfrenta e continua a fazer Sua obra, continua a realizar o desígnio pelo qual veio habitar no meio de nós. O Senhor não deixa de pregar, de anunciar o Reino de Deus e de operar os sinais e os prodígios em meio aos homens. Ainda que cresça a hostilidade dos Seus opositores e daqueles que não querem ver o Reino de Deus acontecer, Jesus segue o Seu caminho. Ora este é apertado, ora querem pegá-Lo, mas Ele continua sem, de forma alguma, deixar de fazer o Reino de Deus acontecer.
A primeira coisa a ser observada hoje é que nós também não podemos parar, nos intimidar e nos acovardar. Nós não podemos ter medo de anunciar o amor de Deus aos homens! Não podemos ter medo de ser cristãos! Nos dias de hoje, não é fácil ser discípulo de Jesus! Em todas as partes do planeta, em várias partes do mundo muitos têm morrido pelo simples fato de serem cristãos, pelo simples fato de serem seguidores de Jesus Cristo. Pode ser que alguém tenha medo e renuncie a esse seguimento; mas é belo, é bonito e é louvável ver aqueles que, apesar da perseguição e até do perigo de morte vivido, não deixam de seguir e amar Jesus.
Se não há uma perseguição direta onde nós vivemos, onde nós moramos; há, de fato, uma oposição ao modo de vida dos seguidores de Jesus. Você sabe que há pessoas, na mídia e nos meios de comunicação, em nosso trabalho, em nossa casa e até mesmo em nossa família que, muitas vezes, não aceitam o modo de ser dos cristãos.
Para isso duas coisas precisam acontecer, a primeira delas: precisamos ser firmes e testemunhar nossa fé com mais ardor. Não precisamos discutir, não precisamos entrar em embate nem em combates. Nosso único embate é testemunhar o nosso amor por Jesus! A segunda coisa necessária para isso é continuar anunciando, continuar pregando, mas não nos esquecermos da coerência de vida, porque, muitas vezes, cobram isso de nós, mas nós, muitas vezes, não somos coerentes com aquilo em que acreditamos. E o melhor modo de testemunhar o nosso amor por Jesus é ao procurarmos viver com coerência aquilo em que nós acreditamos sem desanimar.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
A hora de Jesus se aproxima e por onde Ele anda os judeus O perseguem, querem arrumar algum motivo para condená-Lo à morte, querem colocá-Lo em alguma situação difícil, querem arrumar alguma contradição na fala, nos ensinamentos e na ação d’Ele. De alguma forma querem intimidá-Lo; contudo, o Senhor não se intimida.
Por outro lado, o Senhor Jesus também não os enfrenta e continua a fazer Sua obra, continua a realizar o desígnio pelo qual veio habitar no meio de nós. O Senhor não deixa de pregar, de anunciar o Reino de Deus e de operar os sinais e os prodígios em meio aos homens. Ainda que cresça a hostilidade dos Seus opositores e daqueles que não querem ver o Reino de Deus acontecer, Jesus segue o Seu caminho. Ora este é apertado, ora querem pegá-Lo, mas Ele continua sem, de forma alguma, deixar de fazer o Reino de Deus acontecer.
A primeira coisa a ser observada hoje é que nós também não podemos parar, nos intimidar e nos acovardar. Nós não podemos ter medo de anunciar o amor de Deus aos homens! Não podemos ter medo de ser cristãos! Nos dias de hoje, não é fácil ser discípulo de Jesus! Em todas as partes do planeta, em várias partes do mundo muitos têm morrido pelo simples fato de serem cristãos, pelo simples fato de serem seguidores de Jesus Cristo. Pode ser que alguém tenha medo e renuncie a esse seguimento; mas é belo, é bonito e é louvável ver aqueles que, apesar da perseguição e até do perigo de morte vivido, não deixam de seguir e amar Jesus.
Se não há uma perseguição direta onde nós vivemos, onde nós moramos; há, de fato, uma oposição ao modo de vida dos seguidores de Jesus. Você sabe que há pessoas, na mídia e nos meios de comunicação, em nosso trabalho, em nossa casa e até mesmo em nossa família que, muitas vezes, não aceitam o modo de ser dos cristãos.
Para isso duas coisas precisam acontecer, a primeira delas: precisamos ser firmes e testemunhar nossa fé com mais ardor. Não precisamos discutir, não precisamos entrar em embate nem em combates. Nosso único embate é testemunhar o nosso amor por Jesus! A segunda coisa necessária para isso é continuar anunciando, continuar pregando, mas não nos esquecermos da coerência de vida, porque, muitas vezes, cobram isso de nós, mas nós, muitas vezes, não somos coerentes com aquilo em que acreditamos. E o melhor modo de testemunhar o nosso amor por Jesus é ao procurarmos viver com coerência aquilo em que nós acreditamos sem desanimar.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Papa expressa dor e condenação por atentado na Tunísia
Em telegrama, Francisco manifesta sua dor pelos que perderam a vida no atentado e condena todo ato contra a paz e a sacralidade da vida humana.
O Vaticano publicou nesta quinta-feira um telegrama em que o Papa Francisco lamenta o atentado ocorrido ontem na Tunísia. Ele expressa sua dor ao saber que há mortos e feridos e condena todo tipo de ato contra a paz e a sacralidade da vida.
A mensagem é assinada pelo secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin, que mais cedo já havia manifestado, em entrevista, sua condenação ao episódio. O telegrama foi enviado ao arcebispo de Tunes, capital do país, Dom Ilario Antoniazzi.
Francisco se une em oração à dor das famílias, das vítimas e de todas as pessoas atingidas por este drama. Ele pede a Deus que acolha na paz as pessoas que morreram e conforte os que estão feridos.
Também o arcebispo de Turim, Dom Cesare Nosiglia, publicou uma nota, afirmando: “Acompanhamos com trepidação a sucessão de notícias que nos chegam da Tunísia. Em Turim, nós nos sentimos todos tocados, porque cerca de 80 conterrâneos estariam envolvidos no ataque. Convido todos a se unirem a mim na oração, na recordação pelos mortos e feridos e na solidariedade com suas famílias. É em momentos como este que sentimos a profunda ‘proximidade’ que existe entre nós. Agora, somos chamados a nos unirmos em torno dos valores da civilização, do respeito pela vida e da dignidade de pessoas, base da nossa tradição cristã e da cultura civil, que devemos defender com legalidade, na justiça”.
O atentado - Ontem, na capital Tunes, um grupo de homens armados com metralhadoras realizou vários disparos contra turistas que estavam no Museu Bardo, próximo ao parlamento do país.
Até o momento, não se tem informações sobre a autoria do atentado, embora a hipótese principal aponte para o auto-proclamado Estado Islâmico.
Da Redação Canção Nova, com informações do Vaticano.
O Vaticano publicou nesta quinta-feira um telegrama em que o Papa Francisco lamenta o atentado ocorrido ontem na Tunísia. Ele expressa sua dor ao saber que há mortos e feridos e condena todo tipo de ato contra a paz e a sacralidade da vida.
A mensagem é assinada pelo secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin, que mais cedo já havia manifestado, em entrevista, sua condenação ao episódio. O telegrama foi enviado ao arcebispo de Tunes, capital do país, Dom Ilario Antoniazzi.
Francisco se une em oração à dor das famílias, das vítimas e de todas as pessoas atingidas por este drama. Ele pede a Deus que acolha na paz as pessoas que morreram e conforte os que estão feridos.
Também o arcebispo de Turim, Dom Cesare Nosiglia, publicou uma nota, afirmando: “Acompanhamos com trepidação a sucessão de notícias que nos chegam da Tunísia. Em Turim, nós nos sentimos todos tocados, porque cerca de 80 conterrâneos estariam envolvidos no ataque. Convido todos a se unirem a mim na oração, na recordação pelos mortos e feridos e na solidariedade com suas famílias. É em momentos como este que sentimos a profunda ‘proximidade’ que existe entre nós. Agora, somos chamados a nos unirmos em torno dos valores da civilização, do respeito pela vida e da dignidade de pessoas, base da nossa tradição cristã e da cultura civil, que devemos defender com legalidade, na justiça”.
O atentado - Ontem, na capital Tunes, um grupo de homens armados com metralhadoras realizou vários disparos contra turistas que estavam no Museu Bardo, próximo ao parlamento do país.
Até o momento, não se tem informações sobre a autoria do atentado, embora a hipótese principal aponte para o auto-proclamado Estado Islâmico.
Da Redação Canção Nova, com informações do Vaticano.
quinta-feira, 19 de março de 2015
Pós-Matrimônio da Pastoral Familiar tem mundo de oportunidades
Na noite desta quarta-feira (18/03/2015) na Igreja Matriz de São Francisco de Assis, um público de pouco mais de 40 pessoas acompanhou a formação sobre o Eixo Pós-Matrimônio da Pastoral Familiar, ministrada pelo casal coordenador da Pastoral da Comunicação Paulo Roberto Araujo Filho e Gisele Cardoso de Araujo, sobre o tema "Setor Pós-Matrimonial: Acompanhamento e Ajuda às Famílias".
Depois da oração inicial de invocação do Espírito Santo e da proclamação e reflexão do Evangelho de São João com o trecho sugestivo para as famílias "o Filho não pode fazer nada por si mesmo; ele faz apenas o que vê o Pai fazer", que ainda teve um testemunho marcante da integrante da PF Jany Kellen Azevedo, foi iniciada a palestra propriamente dita.
O Setor Pós-Matrimonial trabalha a preparação para a vida de casado e familiar a partir do casamento. Compartilha com o Setor Pré-Matrimônio a corresponsabilidade do planejamento familiar e a preparação para o casamento. Em geral, é também o primeiro setor a ter contato com os casos especiais que serão trabalhados pelo setor específico da Pastoral Familiar, que será o próximo tema de uma formação no mês de abril ministrada pelo amigo Claydson Miranda.
As oportunidades de serviço do Setor são muitas, não apenas de realizar um pós-encontro para os recém-casados que vêm encaminhados após os cursos de noivos e a celebração do sacramento. O objetivo central é o de acompanhamento das famílias, em situação regular ou irregular. Para isso, o evento principal a ser planejado é um encontrão das famílias no segundo semestre, reunindo os recém-casados, os casais do ECC (Encontro de Casais com Cristo) com seus filhos, os viúvos(as) de nossa paróquia, os casais em segunda união, as pessoas separadas e seus filhos, os avós, mães e pais solteiros, enfim é um acolhimento amplo que deve envolver espiritualidade em família, formação e também recreação para adultos e crianças.
Além disso, o Pós-Matrimônio é responsável pela articulação direta com outras pastorais e grupos que trabalham a temática familiar, principalmente as da Catequese, do Batismo, da Sobriedade, da Juventude e a Social. Um projeto inicial é ajudar os filhos catequisandos a trazerem seus pais que estejam afastados para a vida da Igreja, de maneira a cadastrar e conquistar casais que ainda não tenham feito o ECC ou ainda não tenham recebido um dos sacramentos (Primeira Eucaristia, Crisma e Matrimônio). Esse levantamento poderá direcionar futuras visitas domiciliares. Também foram pensadas formações "pé-no-chão" que contemplem temas cotidianos que impactam a vida das famílias, instruindo pais e filhos com oficinas possíveis sobre Educação Financeira e Orçamento Familiar, Motivação para o Trabalho, Contação de Histórias, Educação para a Sexualidade Cristã, Orientações Nutricionais e de Exercícios Físicos, Lazer e Brincadeiras em Família, Educação Crítica sobre a TV, cinema e outros meios de comunicação de massa, Cidadania e Direitos, Orientação Vocacional para os Jovens, etc. A música é outro caminho importante a ser trabalhado para a PF resgatar jovens das comunidades mais carentes e envolver as crianças nas liturgias.
Alguns projetos ligados à cobertura da quadra de recreação das mais de 200 crianças no Centro de Obras Sociais e à educação musical na Comunidade São José, com auxílio do Ministério de Música coordenado por Robert Gonçalves, deverão ser redigidos em conjunto e apresentados à Arquidiocese de São Luís (como candidatos aos recursos do Fundo Nacional da Solidariedade, no âmbito da Campanha da Fraternidade) e empresas privadas ligadas a Leis Estaduais ou Federais de Incentivo ao Esporte e à Cultura para captar recursos de modo a promover transformação social.
A formação foi finalizada com um trecho da Carta do Papa São João Paulo II às famílias: “Seguindo a Cristo que veio ao mundo para servir (Mt 20,28), a Igreja considera o serviço às famílias uma das suas obrigações essenciais (...) Uma fé que não se torne cultura é uma fé não plenamente recebida, não inteiramente pensada nem fielmente vivida”.
O resumo-base completo da formação pode ser lido na nossa página de Estudos deste blog, basta clicar no menu acima.
Depois da oração inicial de invocação do Espírito Santo e da proclamação e reflexão do Evangelho de São João com o trecho sugestivo para as famílias "o Filho não pode fazer nada por si mesmo; ele faz apenas o que vê o Pai fazer", que ainda teve um testemunho marcante da integrante da PF Jany Kellen Azevedo, foi iniciada a palestra propriamente dita.
O Setor Pós-Matrimonial trabalha a preparação para a vida de casado e familiar a partir do casamento. Compartilha com o Setor Pré-Matrimônio a corresponsabilidade do planejamento familiar e a preparação para o casamento. Em geral, é também o primeiro setor a ter contato com os casos especiais que serão trabalhados pelo setor específico da Pastoral Familiar, que será o próximo tema de uma formação no mês de abril ministrada pelo amigo Claydson Miranda.
As oportunidades de serviço do Setor são muitas, não apenas de realizar um pós-encontro para os recém-casados que vêm encaminhados após os cursos de noivos e a celebração do sacramento. O objetivo central é o de acompanhamento das famílias, em situação regular ou irregular. Para isso, o evento principal a ser planejado é um encontrão das famílias no segundo semestre, reunindo os recém-casados, os casais do ECC (Encontro de Casais com Cristo) com seus filhos, os viúvos(as) de nossa paróquia, os casais em segunda união, as pessoas separadas e seus filhos, os avós, mães e pais solteiros, enfim é um acolhimento amplo que deve envolver espiritualidade em família, formação e também recreação para adultos e crianças.
Além disso, o Pós-Matrimônio é responsável pela articulação direta com outras pastorais e grupos que trabalham a temática familiar, principalmente as da Catequese, do Batismo, da Sobriedade, da Juventude e a Social. Um projeto inicial é ajudar os filhos catequisandos a trazerem seus pais que estejam afastados para a vida da Igreja, de maneira a cadastrar e conquistar casais que ainda não tenham feito o ECC ou ainda não tenham recebido um dos sacramentos (Primeira Eucaristia, Crisma e Matrimônio). Esse levantamento poderá direcionar futuras visitas domiciliares. Também foram pensadas formações "pé-no-chão" que contemplem temas cotidianos que impactam a vida das famílias, instruindo pais e filhos com oficinas possíveis sobre Educação Financeira e Orçamento Familiar, Motivação para o Trabalho, Contação de Histórias, Educação para a Sexualidade Cristã, Orientações Nutricionais e de Exercícios Físicos, Lazer e Brincadeiras em Família, Educação Crítica sobre a TV, cinema e outros meios de comunicação de massa, Cidadania e Direitos, Orientação Vocacional para os Jovens, etc. A música é outro caminho importante a ser trabalhado para a PF resgatar jovens das comunidades mais carentes e envolver as crianças nas liturgias.
Alguns projetos ligados à cobertura da quadra de recreação das mais de 200 crianças no Centro de Obras Sociais e à educação musical na Comunidade São José, com auxílio do Ministério de Música coordenado por Robert Gonçalves, deverão ser redigidos em conjunto e apresentados à Arquidiocese de São Luís (como candidatos aos recursos do Fundo Nacional da Solidariedade, no âmbito da Campanha da Fraternidade) e empresas privadas ligadas a Leis Estaduais ou Federais de Incentivo ao Esporte e à Cultura para captar recursos de modo a promover transformação social.
A formação foi finalizada com um trecho da Carta do Papa São João Paulo II às famílias: “Seguindo a Cristo que veio ao mundo para servir (Mt 20,28), a Igreja considera o serviço às famílias uma das suas obrigações essenciais (...) Uma fé que não se torne cultura é uma fé não plenamente recebida, não inteiramente pensada nem fielmente vivida”.
O resumo-base completo da formação pode ser lido na nossa página de Estudos deste blog, basta clicar no menu acima.
Homilia do dia: Louvemos São José com amor e gratidão
Assim como São José cuidou bem demais de Maria e de Jesus, ele quer cuidar da nossa casa e família e de cada um de nós! “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo” (Mateus 1, 20).
Na alegria de celebrarmos São José, aquele que é o guardião da Sagrada Família, patrono universal da Igreja e o guardião de todas as nossas famílias, nós olhamos para este homem de fé, filho de Davi, pai adotivo de Jesus, esposo da Virgem Maria e pedimos a intercessão dele: “José, ensina-nos a ter fé, ensina-nos a ter a tua confiança, a tua pujança, a tua coragem. Ensina-nos, José, a abrir os olhos da fé para podermos também corresponder àquilo que Deus quer e espera de nós!”.
São José teve medo, teve receios, dúvidas, mas nunca deixou de ser fiel a Deus. O homem exemplar, homem modelo para cada um dos homens da face da Terra, modelo para as nossas famílias, modelo de fé, de confiança de alguém que jamais tira o olhar de Deus.
Quem não tira o olhar de Deus pode passar pelas sombras da vida e pelas tempestades que vêm ao longo do caminho certo de que Ele intervém, que Ele fala com a pessoa de fé nem que seja pelos sonhos, como falou ao coração de José.
José pensou em abandonar a Virgem Maria não foi por covardia, foi mesmo por não entender [o que estava ocorrendo] e por não querer atrapalhar. Que coração bom e generoso tem esse José! Ele poderia denunciar Maria por pensar: “Como essa mulher engravidou dessa forma?”. Mas ele conhece o coração dela e sabe que há algo divino acontecendo com ela; só não sabe explicar o “como” nem “o porquê”, por isso se recolhe no silêncio de seu coração. E é no seu silêncio que ele é visitado, no seu silêncio interior de conformismo e de entrega a Deus que o próprio Deus fala ao seu coração, em sonho, por intermédio de um anjo: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo” (Mateus 1, 20).
É como se Deus lhe dissesse: “José, eu preciso de você, homem, para cuidar dos meus tesouros mais preciosos na Terra! Eu preciso que você cuide de Maria, que você seja o seu esposo, que você a acompanhe aonde quer que ela vá, porque muitas coisas estão por acontecer ainda. Como eu preciso de você! Ah José, preciso de você para ser o guardião, o pai do meu Filho na Terra!”. Prontamente São José se levanta e se coloca à disposição do Senhor.
Da mesma forma, coloque a sua casa, a sua família, sua paternidade e sua maternidade aos cuidados de São José. Coloque as coisas que você não entende, não compreende, coloque as situações difíceis pelas quais você tem passado aos cuidados dele. Coloque a sua situação financeira, profissional e afetiva aos cuidados de São José, o homem puro, casto, fiel e obediente a Deus. Por intermédio dele nós vamos chegar aos tesouros mais preciosos do coração de Deus!
Assim como José cuidou bem demais de Maria e de Jesus, ele quer cuidar de mim, da sua casa, quer cuidar da sua família, quer cuidar de cada um de nós!
São José, rogai por nós!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Na alegria de celebrarmos São José, aquele que é o guardião da Sagrada Família, patrono universal da Igreja e o guardião de todas as nossas famílias, nós olhamos para este homem de fé, filho de Davi, pai adotivo de Jesus, esposo da Virgem Maria e pedimos a intercessão dele: “José, ensina-nos a ter fé, ensina-nos a ter a tua confiança, a tua pujança, a tua coragem. Ensina-nos, José, a abrir os olhos da fé para podermos também corresponder àquilo que Deus quer e espera de nós!”.
São José teve medo, teve receios, dúvidas, mas nunca deixou de ser fiel a Deus. O homem exemplar, homem modelo para cada um dos homens da face da Terra, modelo para as nossas famílias, modelo de fé, de confiança de alguém que jamais tira o olhar de Deus.
Quem não tira o olhar de Deus pode passar pelas sombras da vida e pelas tempestades que vêm ao longo do caminho certo de que Ele intervém, que Ele fala com a pessoa de fé nem que seja pelos sonhos, como falou ao coração de José.
José pensou em abandonar a Virgem Maria não foi por covardia, foi mesmo por não entender [o que estava ocorrendo] e por não querer atrapalhar. Que coração bom e generoso tem esse José! Ele poderia denunciar Maria por pensar: “Como essa mulher engravidou dessa forma?”. Mas ele conhece o coração dela e sabe que há algo divino acontecendo com ela; só não sabe explicar o “como” nem “o porquê”, por isso se recolhe no silêncio de seu coração. E é no seu silêncio que ele é visitado, no seu silêncio interior de conformismo e de entrega a Deus que o próprio Deus fala ao seu coração, em sonho, por intermédio de um anjo: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo” (Mateus 1, 20).
É como se Deus lhe dissesse: “José, eu preciso de você, homem, para cuidar dos meus tesouros mais preciosos na Terra! Eu preciso que você cuide de Maria, que você seja o seu esposo, que você a acompanhe aonde quer que ela vá, porque muitas coisas estão por acontecer ainda. Como eu preciso de você! Ah José, preciso de você para ser o guardião, o pai do meu Filho na Terra!”. Prontamente São José se levanta e se coloca à disposição do Senhor.
Da mesma forma, coloque a sua casa, a sua família, sua paternidade e sua maternidade aos cuidados de São José. Coloque as coisas que você não entende, não compreende, coloque as situações difíceis pelas quais você tem passado aos cuidados dele. Coloque a sua situação financeira, profissional e afetiva aos cuidados de São José, o homem puro, casto, fiel e obediente a Deus. Por intermédio dele nós vamos chegar aos tesouros mais preciosos do coração de Deus!
Assim como José cuidou bem demais de Maria e de Jesus, ele quer cuidar de mim, da sua casa, quer cuidar da sua família, quer cuidar de cada um de nós!
São José, rogai por nós!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Papa Francisco dedica catequese da semana às crianças
Francisco disse que as crianças são um dom para a humanidade; sociedade sem elas é triste e cinza.
Milhares de pessoas participaram, na manhã desta quarta-feira, 18/3, da audiência geral com o Papa Francisco, que, desta vez, foi dedicada às crianças. O Pontífice disse que elas são um dom para a humanidade, mas, às vezes, são também as grandes excluídas, pois nem sempre as deixam nascer.
Francisco começou falando da relação entre as crianças e Deus, destacando o fato curioso de que elas não têm problemas para entender o Senhor. Depois, recordou que todas as pessoas sempre permanecem com a identidade de filho, mesmo se já são adultos ou idosos, o que faz lembrar que a vida é um presente recebido.
“É motivo de grande alegria sentir que em cada idade da vida, em cada situação, em cada condição social, somos e permanecemos filhos. Esta é a principal mensagem que as crianças nos dão, com a sua própria presença”.
O Santo Padre mencionou algumas das riquezas que as crianças levam para a humanidade, como o olhar confiante e puro com o qual enxergam a realidade, a confiança espontânea nos pais e o fato de não serem contaminadas pela malícia, não terem o coração endurecido. Além disso, o Pontífice lembrou a capacidade das crianças de receber e dar ternura, de sorrir e de chorar.
O Papa contou ainda como é a reação de algumas crianças quando ele vai abraçá-las: “Algumas sorriem, outras me veem de branco e acreditam que eu sou um médico e vim vaciná-las, e choram… mas espontaneamente! As crianças são assim! Sorriem e choram, duas coisas que em nós adultos muitas vezes ‘são bloqueadas’, não somos mais capazes…”.
Na conclusão, Francisco recordou que certamente as crianças também trazem preocupações e problemas, mas é melhor uma sociedade assim, com essas preocupações, do que uma sociedade triste e cinza, porque não tem crianças.
“Quando vemos que o índice de nascimento de uma sociedade chega a apenas um por cento, podemos dizer que essa sociedade é triste, é cinza, porque permanece sem crianças”.
Francisco já anunciou que, na catequese da próxima semana, vai falar sobre algumas feridas que fazem mal à infância.
Jéssica Marçal, da Redação Canção Nova.
Milhares de pessoas participaram, na manhã desta quarta-feira, 18/3, da audiência geral com o Papa Francisco, que, desta vez, foi dedicada às crianças. O Pontífice disse que elas são um dom para a humanidade, mas, às vezes, são também as grandes excluídas, pois nem sempre as deixam nascer.
Francisco começou falando da relação entre as crianças e Deus, destacando o fato curioso de que elas não têm problemas para entender o Senhor. Depois, recordou que todas as pessoas sempre permanecem com a identidade de filho, mesmo se já são adultos ou idosos, o que faz lembrar que a vida é um presente recebido.
“É motivo de grande alegria sentir que em cada idade da vida, em cada situação, em cada condição social, somos e permanecemos filhos. Esta é a principal mensagem que as crianças nos dão, com a sua própria presença”.
O Santo Padre mencionou algumas das riquezas que as crianças levam para a humanidade, como o olhar confiante e puro com o qual enxergam a realidade, a confiança espontânea nos pais e o fato de não serem contaminadas pela malícia, não terem o coração endurecido. Além disso, o Pontífice lembrou a capacidade das crianças de receber e dar ternura, de sorrir e de chorar.
O Papa contou ainda como é a reação de algumas crianças quando ele vai abraçá-las: “Algumas sorriem, outras me veem de branco e acreditam que eu sou um médico e vim vaciná-las, e choram… mas espontaneamente! As crianças são assim! Sorriem e choram, duas coisas que em nós adultos muitas vezes ‘são bloqueadas’, não somos mais capazes…”.
Na conclusão, Francisco recordou que certamente as crianças também trazem preocupações e problemas, mas é melhor uma sociedade assim, com essas preocupações, do que uma sociedade triste e cinza, porque não tem crianças.
“Quando vemos que o índice de nascimento de uma sociedade chega a apenas um por cento, podemos dizer que essa sociedade é triste, é cinza, porque permanece sem crianças”.
Francisco já anunciou que, na catequese da próxima semana, vai falar sobre algumas feridas que fazem mal à infância.
Jéssica Marçal, da Redação Canção Nova.
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