A missa do 16º Domingo do Tempo Comum foi celebrada na manhã deste domingo (19/07/2015) pelo pároco Frei Valdo Nogueira, com assistência do Diácono Getúlio Silva, na Igreja Matriz da Paróquia São Francisco de Assis. A cor litúrgica foi o verde, próprio desse período.
Após a procissão de entrada, a invocação da Santíssima Trindade, o Ato Penitencial e o Hino de Louvor, a Primeira Leitura, oriunda do capítulo 23 do Livro do Profeta Jeremias, foi proclamada iniciando-se por "Ai dos pastores que deixam perder-se e dispersar-se o rebanho de minha pastagem, diz o Senhor! Deste modo, isto diz o Senhor, Deus de Israel, aos pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes o meu rebanho, e o afugentastes e não cuidastes dele; eis que irei verificar isso entre vós e castigar a malícia de vossas ações, diz o Senhor". Em seguida foi recitado o Salmo 22 iniciado por "O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma. Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar. Para as águas repousantes me encaminha, e restaura as minhas forças." Já a Segunda Leitura, extraída do capítulo 2 da Carta de São Paulo aos Efésios, proclamou que Jesus "Quis reconciliá-los com Deus, ambos em um só corpo, por meio da cruz; assim ele destruiu em si mesmo a inimizade. Ele veio anunciar a paz a vós que estáveis longe, e a paz aos que estavam próximos".
Então, foi proclamado o Evangelho do dia (Marcos 6,30-34), iniciado por "Naquele tempo: Os apóstolos reuniram-se com Jesus e contaram tudo o que haviam feito e ensinado. Ele lhes disse: 'Vinde sozinhos para um lugar deserto, e descansai um pouco'. Havia, de fato, tanta gente chegando e saindo que não tinham tempo nem para comer". Em sua homilia, Frei Valdo falou sobre a missão dos pastores e a importância do descanso, da oração e do compromisso para cumpri-la.
Depois do Credo, da leitura das preces da assembleia e do Ofertório, o celebrante proclamou a Oração Eucarística, foi rezado o Pai-Nosso, e veio o ponto máximo da distribuição da Sagrada Comunhão aos fiéis presentes, seguida dos avisos da comunidade e da bênção final.
"Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei; estais comigo com bastão e com cajado; eles me dão a segurança!" (Sl 22,4).
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